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31/08/2010

JULGAMENTO

VISÃO GERAL

O julgamento nas escrituras é a resposta de Deus para as escolhas e ações dos seres humanos. É da natureza de Deus ser justo e moral em todas as suas ações e relacionamentos e ele fez os seres humanos para que eles pudessem aceitá-lo ou mesmo rejeitá-lo. Assim, como ele nos deu liberdade, Deus também é livre para responder às nossas escolhas de duas maneiras, com aceitação ou rejeição. Porque Deus é um ser moral, é impossível Deus ser perfeito e ao mesmo tempo aceitar passivamente o bem e o mal. Como Deus criou o universo, existe uma ordem moral , uma ordem de certo e errado, construído dentro dele. Quando nós desconsideramos isso, a punição acontece naturalmente. Pecado e punição são inseparáveis, existe até os que dizem que "o pecado é a sua própria punição."
Na criação do mundo, Deus deu aos humanos várias ordens positivas - incluindo o casamento, o domínio da terra e o prazer do Jardim do Édem - e uma negativa, ele disse a Adão e Eva para não comerem da fruta de uma árvore. Se Adão e Eva desobedecessem, eles morreriam (Gênesis 2:16-17). Em Gênesis 3 podemos ler sobre o primeiro julgamento de Deus, o de Adão e Eva. Eles foram castigados com a morte porque eles não obedeceram à ordem de Deus. Desde a queda, toda atividade humana esta de baixo do julgamento negativo de Deus (Romanos 2:12).


O JULGAMENTO NESSA VIDA

Os cristãos acreditam na expiação - a idéia que Deus demandou o pagamento para o pecado da humanidade e assim ele mandou seu Filho para se ocupar com esse problema no lugar da humanidade. O Filho se colocou, por vontade própria, debaixo do julgamento de Deus e recebeu o castigo de Deus pelos nossos pecados no nosso lugar (Gálatas 3:13).
Através da fé, a pessoa que crê se torna um com Cristo e portanto escapa do julgamento e punição de Deus (Romanos 3:22). Apesar dos pecados terem sido pagos por Cristo, todas as pessoas - cristãs ou não - ainda sofrem algumas das conseqüências do pecado nessa vida. Para toda ação humana tem uma reação divina (Romanos 2:6). De acordo com Paulo, a consciência julga suas próprias ações, mesmo que eles não conheçam o verdadeiro Deus. Os governos humanos também julgam o mal. Apesar das leis feitas pelos homens sempre serem, de algum modo, corruptas, elas refletem o julgamento de Deus nas ações dos humanos pelo simples fato de chamarem essas ações de erradas e depois puni-las (Romanos 13:1-2).
Se nós obedecermos a Deus, nós com certeza receberemos alguma recompensa nessa vida também. Por exemplo, se somos gentis com os outros, tem uma grande chance de eles serem gentis conosco de volta; se evitarmos o pecado de glutonaria, é mais provável que tenhamos boa saúde. Algumas atividades trazem seus próprios castigos (por exemplo, promiscuidade sexual pode levar a gravidez indesejável ou a doenças). Quando tentamos seguir as regras de Deus, no entanto, nós temos que ter certeza de que estamos fazendo isso porque é o certo e não fazer isso achando que estamos manipulando Deus para nos abençoar com uma vida fácil. É errado o cristão assumir que problema na vida de alguém significa que eles têm pecado. Este é um mundo imperfeito; pessoas trabalhadoras às vezes morrem de fome e atletas saudáveis às vezes têm câncer. Deus pode usar calamidades na vida de um cristão para guiá-lo para a vida eterna (1 Pedro 4:12-13).


ÚLTIMO JULGAMENTO

De acordo com o Novo Testamento, Jesus Cristo reaparecerá no último dia. Nessa época, aqueles que crêem herdarão a vida eterna e os inimigos de Deus serão condenados. A punição virá para aqueles que persistirem em rejeitar a oferta de salvação de Deus, aqueles que escutaram a mensagem de salvação e rejeitaram mesmo assim. O Novo Testamento usa linguagem poética para descrever esse último julgamento e os cristãos discutem sobre como interpretar essa linguagem. A maioria dos cristãos concorda que Jesus retornará a terra um dia de alguma maneira e julgará as vidas de todos os habitantes. Além desse julgamento individual, todas as nações aparecerão diante de Jesus para serem julgadas também (Mateus 25:31-32). As escrituras parecem indicar que terá um julgamento de todos os feitos das pessoas. O julgamento de Deus nessa vida pode nos ajudar, pois através desse julgamento ele esta nos chamando ao arrependimento para que no julgamento final nós possamos ser salvos.

24/08/2010

666 NOVA ORDEM MUNDIAL WEB SITE

ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

Defendendo uma visão holística, isto é, uma visão global do mundo, a Nova Era prega a evolução espiritual e material da humanidade, preocupando-se com todos os aspectos que influenciam a vida humana.
Na área econômica, o movimento da Nova Era defende a completa e perfeita integração comercial entre as diferentes nações mundiais através da criação de grandes blocos regionais como a União Européia e o Mercosul. Crêem seus líderes que a interdependência econômica possibilitará um melhor aproveitamento dos recursos naturais escassos em nosso planeta e a socialização dos meios de produção e distribuição. Na esfera política, o movimento da Nova Era defende o fim das monarquias e ditaduras, e a eliminação de todos as fronteiras como forma de preservar a paz entre os povos e nações.
Na área social, as propostas do movimento da Nova Era são muitas e abrangentes, incluindo um completo e complexo sistema educacional, denominado Educação Holística ou Cosmo-Educação, visando o equilíbrio físicos e espirituais das crianças desde a mais terna idade, preparando-as para assumir suas novas responsabilidades no Terceiro Milênio como cidadão do mundo. Como forma de incentivar a unidade e a paz entre os homens, sugere a adoção de um idioma universal único.
No campo científico, a Nova Era defende a preservação do meio-ambiente através da formação de uma consciência ecológica que permita a melhoria da qualidade de vida do ser humano. Na medicina alternativa a Nova Era já atua na aplicação de técnicas não-convencionais de diagnóstico e tratamento, no sentido de prevenir e curar enfermidades de forma menos agressiva, substituindo os medicamentos convencionais por métodos menos ortodoxos como Aromaterapia, Irisdiagnóstico, Radiestesia, Acupuntura, Hipnose, Cromoterapia, Cristaloterapia, e muitos outros. Ainda na área científica, o movimento da Nova Era pretende a fusão da Ciência com a Religião, rompendo o véu que as separa, formando das duas uma única ciência mística. Sua influência se faz sentir ainda nas artes, seja na música, no cinema, teatro, televisão, artes plásticas, enfim, em todos os meios de comunicação e expressão artística.
Em resumo, os líderes e adeptos do movimento da Nova Era trabalham e anunciam para o ano 2000, uma nova era de paz, liberdade, igualdade e fraternidade entre todos os homens independente de nacionalidade ou cultura. Crêem eles que, com a virada do século terá início um novo tempo, o Terceiro Milênio, que trará uma nova era de grandes e ilimitadas possibilidades, no qual a humanidade eliminará as doenças, a fome, a miséria, as guerras e os conflitos étnicos e religiosos, enfim, todos os problemas e desgraças que hoje afligem o homem moderno. A Nova Era prenuncia o advento de um novo mundo, de uma nova civilização mais humana, mais evoluída, mais científica, mais espiritual. Os mentores do movimento ensinam que, na passagem do milênio, a Terra e seus habitantes sofrerão uma metamorfose, uma profunda transformação causada pela nova configuração dos astros nas regiões celestes, que influenciará nos níveis de consciência do homem, que deixará de ser individualista, egoísta e materialista, tornando-se, então, conhecedor de toda a sabedoria milenar, senhor dos mistérios do cosmo, da mente, da vida e da morte.
Em suma, o Terceiro Milênio representa a concretização dos sonhos de todo ser humano que anseia por felicidade, saúde, liberdade, paz, prosperidade e sabedoria. Por isso, as propostas da Nova Era vêm satisfazendo aos mais profundos anseios do homem e, assim o movimento ganha adeptos e mais adeptos a cada dia em todos os quadrantes da Terra. A filosofia do movimento pode ser resumida num de seus mais populares hinos composto pelo ex-Beatle John Lennon, cuja a letra diz: "Imagine que não existam países... nem religiões... nem o céu... você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único. Eu espero que um dia você se junte a nós, e o mundo será um só." Lennon escreveu também um livro: Um Espanhol no Trabalho. No qual ele se referia a Jesus Cristo como "um covarde, bastardo, comedor de alho."
Quem não gostaria de viver num mundo sem guerras, sem miséria, sem fome, sem doenças? Quem não gostaria de viver num mundo onde todos são livres?... onde todos são iguais?... onde todos são irmãos? Quem não gostaria de viver num mundo onde a natureza é respeitada e preservada?... onde qualidade de vida é excelente e acessível a todos?... onde a sabedoria é um bem comum a todos?
UTOPIA OU REALIDADE?
A Nova Era é uma realidade. Ela esta aí, crescendo e se estabelecendo em todos as áreas da vida deste planeta, sem que a maioria das pessoas se aperceba. Como formulou certa vez um cientista a seguinte ilustração:

"Estamos todos a bordo de um trem que desce a montanha em alta velocidade. Há alguns comandos desconhecidos.(...) e é bem possível que o maquinista seja o demônio. Enquanto isso, a maior parte dos passageiros (a humanidade ) encontra-se no último vagão olhando para trás."

ESTE MUNDO TENEBROSO
Deus está dando claros avisos ao seu povo, aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo, para que estejamos atentos aos sinais do fim dos tempos.
PRECISAMOS DAR MAIS ATENÇÃO À PALAVRA DE DEUS!
Nós já estamos sendo condicionados pela imprensa a aceitar essa transformação mundial como um processo natural, inevitável. Diariamente os jornais, as revistas, o rádio e a televisão realizam uma verdadeira lavagem cerebral, utilizando termos como Nova Era, Nova Consciência, Nova Mentalidade, Era de Aquário, Nova Ordem Mundial, Terceiro Milênio... sem falar que os meios de comunicação transmitem mais coisas ruim para nós e para os nossos filhos do que informações proveitosas realmente.
QUEM DETÉM A INFORMAÇÃO
DETÉM O PODER.
Trata-se de uma verdadeira conspiração silenciosa, conforme os próprios líderes do movimento denominam. Aqueles que conhecem bem as Escrituras Sagradas sabem que esses conspiradores estão seguindo o capítulo 13 do Apocalipse com extraordinária precisão. O grande historiador inglês, Arnold Tovnbee, declarou em 1960:
" A tecnologia moderna, que está impondo à humanidade mais e mais armas mortíferas, e ao mesmo tempo, está tornando o mundo cada vez mais interdependente, provoca no homem uma angústia tão grande que já estamos prontos para divinizar o primeiro César que surgir e conseguir dar ao mundo um pouco de paz."
O ex-secretário geral da OTAN, Paul Henri Spaack, na década de 70, declarou:
"Não queremos mais comissões de estudos, já temos comissões demais. O que queremos agora é um homem com estatura suficiente para conquistar a lealdade das pessoas e tirar-nos desse lamaçal econômico em que estamos afundando. Que apareça esse homem, seja ele Deus ou o demônio, que nós o receberemos."

O Dr. Ralph Barton Perry disse:
"Está em elaboração o governo de um mundo só. Quer gostemos disso ou não, estamos mudando para um governo de um mundo só."
O Cientista Arthur Compton afirmou:
"O governo mundial tornou-se inevitável."
O cientista Harold Urey, que ganhou o prêmio Nobel de química, disse:
"A única escapatória da destruição total da civilização será um governo mundial."
Deus, o Criador do universo e de todas as coisas, disse:
"Tem estes um só pensamento, e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem." (Apocalipse 17:13).
Deus afirma que, no desenrolar dos últimos lances da história mundial, uma elite do poder irá ser tomada por uma idéia fixa comum à maioria: Conceder poder e autoridade a um indivíduo para que possa dominar sobre a Terra. Foi exatamente o que acabamos de ler nas citações desses ilustres sábios.
A expressão Nova Ordem Mundial nada mais é do que a senha para o governo mundial único. A tendência mundial é, hoje, a formação de grandes blocos econômicos centralizados. Isto é denominado globalização e significa a interdependência de todas as nações de uma determinada região como preparativo para a formação futura de um único governo mundial centralizado. A comunidade de estados independentes (antiga URSS); o NAFTA (Canadá, EUA e México); o Mercosul ( do qual o Brasil é membro); a ALCA, que pretende unir as três Américas e os Tigres Asiáticos.
O Plano consiste em incentivar e fortalecer esses blocos para, num segundo passo, promover a fusão de todos eles em um só bloco mundial, com um único governo, uma única lei, uma só moeda, uma só religião. Esses blocos de hoje são apenas os embriões dessa tentativa de ressuscitar o fracassado Império Romano.
O grande problema nosso é que economia e política são assuntos que, geralmente não interessam à maioria dos cidadãos comuns, principalmente aos cristão. Por isso, a maioria de nós está correndo o risco de perder o trem da história, por ficar sentados no último vagão olhando para trás.
Brevemente, o mundo conhecerá o homem que irá assumir o controle da Nova Ordem Mundial. Muito em breve, os habitantes da Terra irão conhecer aquele que irá ocupar o governo mundial único e terá em suas mãos todo o poder político, econômico e militar. Você está preparado?
Realmente, existe uma conspiração silenciosa que, embora suave, é tremendamente violenta, ainda que silenciosa, é profundamente gritante. Trata-se de uma conspiração satânica proveniente das regiões celestes, liderada pelo anjo rebelde Satanás o Diabo.
"Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do Diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais de mal, nas regiões celestes." (Efésios 6:10-12).

AS SOCIEDADES SECRETAS

As coisas profundas de Satanás.
Por trás da Nova Ordem Mundial existe uma teia, uma rede de sociedades e organizações secretas de caráter ocultista que vem trabalhando incessante e incansavelmente pela concretização dos antigos ideais do anjo caído: dominar o mundo.
Desde os primórdios da história deste planeta, Satanás tem tentado executar este propósito maligno, levantando homens ambiciosos e impiedosos. Primeiro foi Ninrode que tentou dominar o mundo e acabou trazendo confusão sobre a Terra, com sua torre de Babel. Depois vieram os faraós do Egito, Nabucodonosor, Alexandre, os Césares, os Papas, Carlos Magno, Napoleão e, finalmente, Adolf Hitler. São homens que tentaram dominar o mundo; homens que buscaram a glória de exercer todo o poder sobre os seus semelhantes. Todos esses homens foram anticristos em seu tempo; marionetes ou fantoches do anjo rebelde que não desistiu de tentar levar a diante o seu plano maligno.Para conseguir seu objetivo de estabelecer o governo mundial único, satanás utiliza todos os meios ao seu alcance. As sociedades secretas esotéricas são os celeiros do movimento da Nova Era que pretende instalar uma Nova Ordem Mundial. Essas sociedades secretas são conhecidas por nomes: Maçonaria, Iluminados, Rosacruz, Caveira e Ossos, Antroposofia, Logosofia, Teosofia, Eubiose, etc. abaixo dessas sociedades secretas existe uma trama ainda maior de organizações subalternas não secretas, de caráter filantrópico, humanitário, caritativo e social, criadas para dar enfoque beneficente ao movimento.
Algumas dessas organizações são mundialmente conhecidas e atuam em diversas áreas como a ONU – Organização das Nações Unidas (e suas subsidiárias); o Clube de Roma; a Fundação Rockefeller; o Greenpeace; o Rotary Club, dentre tantas outras. Porém, iremos analisar agora apenas as mais destacadas entidades secretas e suas ramificações.
MAÇONARIA
O lado escuro da luz.
Também chamada Franco-maçonaria, essa sociedade secreta está presente em todos os países ocidentais e em alguns países do Oriente. A Maçonaria não se considera um religião, embora os maçons creiam num Ser Supremo, venerado como o "Grande Arquiteto do Universo", ou simplesmente G.A.D.U..
A Maçonaria teve origem nas associações profissionais dos pedreiros-livres da Inglaterra, na Idade Média. Esses pedreiros-livres(Free-Masons) eram arquitetos e construtores de igrejas, suntuosos palácios e prédios civis, que se uniram para preservar seu especializado ofício e defender sua classe profissional. A princípio, somente os artífices desse ofício eram aceitos como membros da Franco-maçonaria. Mais tarde, cerca dos séculos XVI e XVII, foram aceitos antiquários e nobres como membros da organização, que enveredou pelos caminhos do ocultismo. Os cultos maçônicos visam atingir "a corporação mundial da luz" para o exercício da "arte imperial", ou seja, do apurado "trabalho de pedreiro" realizado no próprio Eu, e da edificação do "templo da humanidade".
A Maçonaria tem se destacado pelas suas atividades caritativas e sociais, e também por sua participação ativa nos movimentos libertários dos últimos séculos, como a independência dos Estados Unidos da América; a Revolução Francesa, cujo lema "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" é claramente extraído do lema maçônico; e na Inconfidência Mineira, que adotou a triângulo maçônico como símbolo que até hoje consta na bandeira do Estado de Minas Gerais.
Grandes vultos da história e da política mundial foram maçons notáveis como Voltaire, Mozart, Göethe, Mark Twain, Benjamim Franklin, e George Washington dentre outros. No Brasil, grandes nomes da nossa história pertenciam à Maçonaria como Frei Caneca, Tiradentes, Aleijadinho, Castro Alves, Dom Pedro I, José Bonifácio, Padre Diogo Feijó, José Garibaldi, Duque de Caxias, Bento Gonçalves, Marechal Deodoro da Fonseca, Marechal Floriano, Rui Barbosa, Campos Sales, o Senador Vergueiro e atualmente temos como maior exemplo o presidente Fernando Henrique Cardoso ou simplesmente F.H.C. e muitos outros.
De todos os movimentos libertários, foi na Revolução Francesa que a maçonaria teve uma participação mais forte, e que resultou no massacre de milhares de pessoas e na anulação do conceito de religião, quando a França "aboliu" a existência de Deus e entronizou em seu lugar uma prostituta como a deusa "Razão"; passando à perseguição dos religiosos e à destruição de todos exemplares das Escrituras Sagradas, o que resultou em caos e trevas morais. Após três anos e meio, a situação política e social da França chegou a um estágio de degradação tal que os franceses se viram obrigados a permitir novamente as práticas religiosas abolidas.
Na história contemporânea recente, grandes personalidades do mundo, políticos de expressão internacional e presidentes dos EUA foram e são membros da Maçonaria. Franklin Roosevelt, Harry Truman, Lyndon Johnson, Gerald Ford, Ronald Reagan e Geoge Bush são apenas alguns exemplos de maçons que chagaram ao topo da pirâmide.
Dentro dos rituais maçônicos predominam os símbolos ocultistas e as coisas profundas de Satanás ( Apocalipse 2:24). A numerologia está intimamente ligada à geometria que, por força da profissão dos antigos franco-maçons ( pedreiros-livres) era utilizada na construção de catedrais, palácios e outros prédios. Na base dessa numerologia esotérica estão os números 3 e 5 como pontos de partida para a construção de figuras geométricas como o triângulo e o pentágono.
O triângulo é a figura geométrica que dá origem à pirâmide e ambos são parte da simbologia maçônica. O triângulo é símbolo da luz. Como o vértice para cima representa o fogo e a virilidade. Com o vértice para baixo representa a água e o sexo feminino. O triângulo eqüilátero é usado como símbolo da divindade maçônica e representa os três atributos divinos: força, beleza e sabedoria, e também os três reinos: mineral, vegetal e animal. O triângulo com um olho no centro representa a onipotência, a onisciência e a onipresença divina; também conhecido como o olho que tudo vê de Satanás. (Veja na Ilustração).



Muitas vezes podemos encontrar este símbolo nos vidros dos carros e em vitrinas das lojas de membros da Maçonaria:


A pirâmide é o sólido derivado do triângulo e simboliza o homem em busca da divindade e das energias cósmicas que seriam captadas pelo ápice e irradiadas até a base. A pirâmide é o símbolo da hierarquia espiritual da Nova Era, e é no seu ápice que se encontra o olho do deus da Maçonaria: Lúcifer, o originador desse movimento sinistro.
POR QUE PODEMOS ACREDITAR QUE OS EUA TEM A MAIOR INFLUÊNCIA DESSE MOVIMENTO?
Agora observe a reprodução da nota de um dólar abaixo:

Nela está impresso o Grande Selo dos Estados Unidos que contém o desenho dessa pirâmide ocultista da Maçonaria. Veja melhor esse detalhe ampliado:


Acima do olho de Lúcifer está escrito em latim: ANNUIT COEPTIS, que significa: "Ele tem favorecido nossos empreendimentos". Aqui há dois pontos a considerar. "Ele" é um pronome pessoal indefinido, muito vago; podendo ser qualquer pessoa. Como ao lado do Grande Selo existe escrita a frase: IN GOD WE TRUST ( Em Deus Nós Confiamos) podemos ser levados a crer que "Ele" é Deus. Mas como logo abaixo entre ANNUIT COEPTIS está o triângulo com o olho de Lúcifer ( mais um dos símbolos Maçônicos), e também sabemos que o deus da Maçonaria não e o mesmo Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Não nos deixa dúvidas de que o sentido literal é: "Ele (Lúcifer) tem favorecido nossos empreendimentos". O segundo ponto a considerar aqui é que a grande maioria dos maçons crê que está associado a uma organização que lhe permitirá obter sucesso e vantagens financeiras em seus negócios e empreendimentos, e, para isso, não medem esforços, submetendo-se a todo tipo de ritual que o credo maçônico recomenda para alcançar os objetivos desejados. Daí o sentido literal: "Lúcifer abençoa os nossos negócios".
Analisemos, agora, a outra frase escrita em latim abaixo da pirâmide maçônica. Ela diz: NOVUS ORDO SECLORUM, que significa NOVA ORDEM MUNDIAL.
O que faz um símbolo maçônico no dinheiro da maior nação democrática do mundo?Conforme afirmamos antes, nada menos do que treze ex-presidentes americanos eram destacados membros da Maçonaria. E foi um deles, Franklin Roosevelt, que, em 1933, mandou colocar o Grande Selo Maçônico nas notas de dólar.
Porém, há ainda outros vestígios da presença da Maçonaria nesta mesma nota de um dólar. A outra fase do Grande Selo do Estados Unidos à direita traz o desenho de uma águia segurando um ramo de oliveira numa das garras e um feixe de flechas na outra garra. A águia é um símbolo da Maçonaria que representa audácia, inteligência, perspicácia, conquista e vitória. O ramo de oliveira simboliza paz e o feixe de flechas representa a guerra. Estes dois símbolos nos fazem lembrar da besta que se parece com um cordeiro (paz) mas fala como dragão (guerra), uma nítida referência profética aos EUA em Apocalipse 13:11.

Acima da cabeça da águia há ainda treze estrelas de cinco pontas ou pentagramas que são também símbolos maçônicos de Lúcifer. Contudo, se virarmos esta nota de um dólar, veremos do outro lado, ao centro, a figura do herói da independência americana e o primeiro presidente dos EUA, George Washington, um mestre-maçon do 33° grau. Além, disso, à direita há um brasão do Departamento do Tesouro logo abaixo do nome da capital americana, Washington, D.C., impresso na cor verde-claro sob a palavra ONE.

Esse brasão traz outros símbolos da Maçonaria: a balança que representa a justiça ( lembre-se de que este símbolo maçônico está presente nos tribunais e cortes de justiça de quase todo o mundo); um esquadro, que simboliza eqüidade e retidão; e uma chave, que representa os segredos da Maçonaria. (Veja na ilustração).

Reformas feita na Casa Branca, a sede do governo do EUA, revelaram que os tijolos originais da época da construção estão igualmente marcados com símbolos da Maçonaria.
E mais: a capital dos Estado Unidos tem como um de seus pontos turísticos o obelisco do Memorial de George Washington. Obeliscos são comuns em grandes cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e outras em todo o mundo. Mais do que uma escultura ou marco, o obelisco é um antigo símbolo fálico adotado pela Maçonaria com intuito de afrontar ao Deus verdadeiro.
Tudo na Maçonaria está impregnado do simbolismo derivado as antigas religiões egípcias, babilônica, hindu e greco-romana dentre outras. Quase todo ensino maçônico é apresentado através dessa simbologia. Símbolos sempre tem um significado, caso contrário não seriam utilizados. O Senhor Deus chama a esses símbolos de abominações em Ezequiel 8:1-18, onde há o relato de idolatria dentro do templo de Deus em que os anciãos de Jerusalém desenhavam símbolos de répteis e outros animais abomináveis que causou "ciúme" e irritação ao Senhor Deus.
O outro ponto predominante na Maçonaria é o número cinco, que dá origem à figura geométrica de cinco lados denominada pentágono, dentro do qual tem origem o pentagrama, a estrela de cinco pontas que é um dos símbolos maçônicos. Dentro do pentágono invertido ( de cabeça para baixo) escreve-se o pentagrama igualmente invertido que se assemelha à cabeça de um bode. Todos estes símbolos são representações de Lúcifer, a Estrela da Alva que caiu do Céu. (Isaías 14:12-14).
O prédio do Ministério da Defesa e do Comando das Força Armadas dos Estados Unidos da América, em Washington, tem a forma exata de um pentágono e, por isso, ficou conhecido pelo nome desse polígono. O edifício do comando militar da maior nação democrática do mundo os EUA tem o formato de um símbolo da Maçonaria. Será isso coincidência?



Dentro dos rituais secretos dessa sociedade ocultista há ainda senhas e sinais que só os iniciados têm conhecimento. São frases, sinais e posturas que, para uma pessoa de fora, nada representam, mas que um maçom identifica prontamente. Um desses sinais ou senhas da Maçonaria é expresso com a mão aberta, espalmada para frente com os cinco dedos estendidos.
A Maçonaria tem ainda uma versão "light" própria para iludir os cristão incautos, como eles mesmos, os maçons, definem suas intenções: "Propagar o Evangelho cristão por meio da simbologia maçônica, ou inversamente, as verdades maçônicas revestidas das alegorias evangélicas" .
As Escrituras Sagradas, porém, nos advertem que o próprio Satanás se transforma em anjo de luz (2 Coríntios 11:14), para enganar, se possível, os próprios eleitos[de Deus]. (Marcos 13:22). É por isso que a Maçonaria está bastante infiltrada nas igrejas evangélicas. Porém, foi na Igreja Mórmon que a Maçonaria deixou suas marcas mais acentuadas, pois Hyrum e Joseph Smith, os fundadores do Mormonismo, eram maçons e introduziram os rituais maçônicos na Igreja Mórmon, com algumas alterações.Em sua busca pela luz do conhecimento, a Maçonaria revela através dos seus frutos o lado escuro da luz.
A fé cristã e a Maçonaria são mutuamente exclusivas e portanto absolutamente incompatíveis.
"Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz... E não sejais cúmplices das obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as." (Efésios 5:8,11)

OS ILUMINADOS
Luz feita de trevas.
Essa organização secreta ocultista foi fundada em 1776, na Baviera, Alemanha, por Adam Weishaupt. Seu nome original era Antigos e Iluminados Videntes da Baviera, mas ficou conhecida apenas como os ILUMINATI que significa Os Iluminados.
Weishaupt introduziu a sua sociedades dos Iluminados na Maçonaria, formando uma elite de super-maçons também conhecida como Grande Fraternidade Branca, composta de mestres maçons de 33° grau (o grau máximo da Maçonaria).
Os Iluminados estão freqüentemente associados aos movimentos conspiratórios revolucionários e com a idéia de um grande poder que busca dominar o mundo.Weishaupt era iniciado no Islamismo e usuário da droga Haxixe (palavra que deu origem ao termo assassino em português, porque os fumantes de haxixe ficavam em transe e cometiam crimes de morte sob o efeito da droga). Weishaupt pretendia promover um caos controlado, necessário as mudanças que queria realizar. 0 Reino do Terror que sobreveio a França após a Revolução Francesa de 1789 foi resultado das idéias e ações de Weishaupt. A Revolução Francesa foi um balão de ensaio, uma experiência do caos induzido e controlado, promovida pelos Iluminados, cuja sede de poder não tem limite (por enquanto).
Os Iluminados são provavelmente a mais poderosa organização secreta da Terra na promoção da Nova Ordem Mundial. Seu poder se evidencia na moeda da maior nação democrática do mundo. Voltemos a ilustração da nota de um dólar, criada pelo presidente Franklin Delano Roosevelt, em 1933. Na base da pirâmide luciferina aparece uma data em algarismos romanos: MDCCLXXVI, ou seja, 1776. Isto poderia nos levar a crer que esta data seja uma referencia a data da independência dos EUA: 4 de julho de 1776, quando, na realidade, a data assinala o ano da fundação da Ordem dos Iluminados: 1776.
A senha maçônica da mão aberta era característica dos ILUMINATI e foi também adotada por Giuseppi Mazzini, um franco-maçom da Itália que fundou uma organização secreta terrorista que ficou famosa em todo mundo pelos seus métodos violentos: a Máfia. 0 próprio nome da Máfia e na realidade um acrostico da frase: Mazzini Autorizza Furti, Incendi, Avvelenamenti, que significa Mazzini autoriza roubos, incêndios e envenenamentos. Um dos símbolos da Máfia e uma mão negra espalmada deixada impressa na parede nos locais dos atentados.
Quando um maçom esta em perigo, basta que levante a mão espalmada e será prontamente socorrido, caso haja nas proximidades outro membro da fraternidade. Nas eleições de 1994, o símbolo da campanha do candidato eleito para a Presidência do Brasil era exatamente uma mão espalmada. Como dissemos antes, grande parte dos senadores, deputados, governadores e políticos em geral são altos membros da Maçonaria . A trama dessa teia é muito maior do que se possa imaginar. A conspiração silenciosa prossegue no seu caminho em direção ao fim de todas as coisas. Enquanto isso, engana e ilude -os incautos com sua falsa luz. A mesma falsa luz das cruzes incendiadas dos fanáticos da Ku Klux Klan, a sociedade secreta fundada no Sul dos EUA após a Guerra Civil (1867) pelo líder da Maçonaria, o Iluminado Albert Pike, com o objetivo de impedir que a abolição da escravatura resultasse em liberdade para os negros. A KKK ficou conhecida pela violência que pregava e praticava contra os negros ate meados da década de 1960, assassinando e queimando suas vitimas em escaladas noturnas de terror e extrema barbárie. Ainda hoje a Ku Klux Klan da sinais de vida, semeando o terror em atos declaradamente racistas.
Para os Iluminados, Lúcifer é deus e Jesus é o imitador. 0 termo ILUMINATI representa a denominação dos adoradores do diabo - e isto eles não revelam - que engloba a Maçonaria, a Rosacruz, os Templários e muitas outras sociedades secretas.
CAVEIRA E OSSOS
Os poderes das trevas.
Criada no século XIX, dentro da Universidade de Yale, a Caveira e Ossos e uma sociedade ocultista altamente secreta formada por uma elite de Iluminados que tem como filosofia a formação de um governo mundial único e absoluto também conhecido como Nova Ordem Mundial.
Seu nome e símbolo são demonstrativos da fonte originadora de seus propósitos: o crânio humano sobre dois ossos cruzados foi usado pelos piratas como símbolo da morte e hoje e visto nos frascos que contem veneno mortal, o mesmo veneno da antiga serpente que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo. (Apocalipse 12:9)
Um dos líderes dessa sociedade secreta, que possui poucos e seletos membros, é David Rockefeller, um dos banqueiros mais ricos e poderosos do mundo. Em entrevista concedida ao jornal Washington Post de 10/2/88, Rockefeller fez uma declaração a favor de um outro homem: "Esse homem tem o conhecimento, obteve o posto e, como presidente, estará em melhor posição do que qualquer outra pessoa da América para unir o povo americano que acredita que estamos vivendo agora num só mundo e que temos de agir em conjunto". 0 nome desse homem e George Bush, que durante o tempo em que esteve na vice-presidência dos EUA trabalhou incessantemente pela implantação da Nova Ordem Mundial.
Rockefeller disse que Bush tem o conhecimento. Este termo é o equivalente ao grego GNOSIS e revela que a pessoa é um iniciado nas ciências ocultas que alcançou o mais elevado grau, isto e, o 33° grau da Maçonaria, o que faz de Bush um Iluminado. Rockefeller afirmou ainda que Bush obteve o posto. Nessa época, Bush ainda era vice-presidente, portanto., o posto a que ele se referia certamente era o de membro da Caveira e Ossos.
Em setembro de 1990, discursando na ONU, o presidente George Bush afirmou que "estamos passando para uma Nova Ordem Mundial". E ele repetiu isso por cinco vezes. Quinze dias depois, no Congresso americano, o presidente Bush afirmou:
"Estamos passando para uma Nova Era e uma Nova Ordem Mundial"
0 jornal Los Angeles Times de 18 de fevereiro de 1991 publicou o discurso deBush sobre o Estado da União:
"E uma grande idéia: Uma Nova Ordem Mundial, em que diversas nações se unem numa causa comum... Somente os Estados Unidos tem a posição moral e os meios para respaldá-la."
Porém, a Nova Ordem Mundial esta destinada ao fracasso, porque esses homens se recusaram a aceitar o Evangelho, e pretendem desafiar a vontade de Deus o nosso Criador.
"Há caminhos que parecem direitos ao homem, mas afinal são caminhos de morte" (Provérbios 16:25).


ROSA CRUZES

Fundada por Christian Rosenkreutz, essa organização surge três séculos após a queda dos Templários.
Em 1614, surgiu um artigo intitulado "Fama Fraternitatis, a Declaração da Digna Ordem da Rósea Cruz". O conteúdo deste artigo mostra com Christian Rosenkreutz fundou a Fraternidade Rosacruz depois de ter viajado pelo Oriente Médio com o objetivo de aprofundar seus estudos nas artes ocultas. Logo após de fundada a ordem, ele mais seus quatro integrantes de início construíram uma sede chamada "Casa do Espírito Santo", onde os membros reuniam - se anualmente.
Ninguém sabe ao certo em que ano Chistian Rosenkreutz morreu pois, alguns livros afirmam que ele morreu com a idade madura de 150 anos. No entanto, antes de falecer, ele moldou sua sociedade secreta para que ele continuasse a existir por séculos com o objetivo de "salvar a humanidade" já que segundo eles , esta sociedade tinha o poder de curar. Christian foi sepultado na Casa do Espírito Santo. O artigo afirma que um dos rosacruzes descobriu a tumba em 1604 e encontrou inscrições estranhas e um manuscrito escrito com letras douradas. Sobre a porta da cripta havia uma inscrição, que foi interpretada como : "daqui a 120 anos eu voltarei".
No interior da cripta, ele encontrou o corpo de Rosenkreutz perfeitamente preservado e vestido por trajeis rosacruzes. A partir da descoberta da cripta, surgiu uma onda de literatura rosacruz por toda a Europa, em 1616 surgiu um livro intitulado de "O Casamento Químico de Christian Rosenkreutz" O livro narra a estória de um casamento em que um dos convidados é morto mas, é trazido a vida por meios alquímicos, um dos personagens principais dos livro é uma misteriosa mulher chamada Virgo Lucifera, o que significa virgem de Lúcifer. O documento mostra a alquimia, que é vital para entender o mal escondido por traz da Maçonaria e das outras sociedades, pois a alquimia seria uma maneira de conseguir a imortalidade física que na verdade é uma paródia blasfema da vida eterna que Jesus Cristo oferece.
Apesar de hoje não existir mais a febre rosacruz, os integrantes modernos afirmam que Michael Maier, Sir Francis Bacon, John Dee, Mozart, Benjamin Franklin, Thomas Jefferson e Isaac Newton eram membros. São evidentes as ligações entre a Maçonaria e os rosacruzes, ambos possuem complicados rituais criado pelos alquimistas com o objativo de que pessoas externas não compreendessem seu verdadeiro significado. Leia essas palavras que aparecem em um poema de 1638 escrito por Henry Adamson, chamado A Trinórdia das Musas:
"Pois somos irmãos da Rosa Cruz / Temos a palavra maçônica e a segunda visão / Coisas que vão ocorrer predizemos corretamente."


O CONSELHO DE RELAÇÕES
EXTERIORES
A elite do poder -1ª fase.
Fundado em 1919 por especialistas em Política externa para tratar das relações entre os EUA e Inglaterra, o Conselho de Relações , Exteriores se constituiu no braço político das sociedades secretas, isto é, o canal ou elo que ligaria as sociedades ocultistas aos governos mundiais.
Em 1939, o Conselho procurou o Pentágono, o Ministério da Defesa dos EUA, e ofereceu os seus serviços Desde então, apoiado pela Fundação Rockefeller é endossado pelo governo americano, o Conselho assumiu o controle da política externa americana.
O Senador Barry Goldwater, incansável guerreiro na luta contra a Nova Ordem Mundial declarou: "Desde 1944, todo Secretário de Estado norte-americano, com exceção de James F. Byrnes, tem sido membro do Conselho de Relações Exteriores. Para termos uma melhor compreensão do que estamos tratando, o cargo de Secretário de Estado do Governo americano e a posição mais influente abaixo do Presidente dos EUA.
O fato de que a quase totalidade dos Secretários de Estado, desde 1944, tem pertencido a essa organização demonstra que a sua influência e maior do que possamos supor. Mas os poderes das trevas nunca se dão por satisfeitos. Controlando a política externa dos EUA, eles ainda precisavam dominar a economia da nação e do mundo. Foi então que decidiram criar..
A COMISSÃO TRILATERAL
A elite do poder - 2ª fase.
Fundada em 1973 para controlar o sistema monetário internacional, a Comissão Trilateral é o braço financeiro do movimento da Nova Ordem Mundial. Composta de banqueiros, industriais, empresários, cientistas, economistas e políticos, a organização reúne pouco mais de trezentas personalidades exponenciais da América, Europa e Japão.
No começo da década de 1970, a economia mundial passou por um período de incertezas e apreensões. 0 sistema monetário internacional ameaçava entrar em colapso. Foi então que um grande e poderoso banqueiro americano resolveu mais uma vez ditadas as regras do jogo. David Rockefeller passou a ação., encomendando estudos detalhados sobre os problemas econômicos mundiais. Rockefeller cercou-se de intelectuais das áreas financeira e política. Dentre eles, um brilhante imigrante polonês, naturalizado americano, de nome difícil: Zbigniew Brzezinski, especialista em política internacional.
A revista Newsweek publicou o seguinte: "A Comissão Trilateral, um filho cerebral de David Rockefeller, foi transformada em realidade por Zbigniew Brzezinski ". E o Senador Barry Golwater declarou: "Zbigniew Brzezinski e David Rockefeller investigaram e selecionaram cada indivíduo convidado a participar da formação e da administração da Nova Ordem Mundial". Eles escolheram e atraíram algumas das mentes mais brilhantes da Europa, Japão e EUA, que constituem o núcleo da Comissão Trilateral, e que, juntos, representam 70% do comércio mundial.
A Comissão Trilateral. foi criada com o objetivo de unir o mundo inteiro economicamente. O primeiro passo para conseguir esse objetivo era controlar a presidência dos EUA. Por isso, logo que foi fundada, a Comissão Trilateral resolveu colocar na presidência dos EUA um de seus membros. Jimmy Carter era um ilustre desconhecido governador do Estado da Geórgia. Carter tornou-se membro da Comissão Trilateral ainda em 1973, o ano de sua criação. Foi Brzezinski o homem designado para instruir Jimmy Carter sobre os pontos de vista da Comissão Trilateral.
Não há duvidas que a CT preparou Carter para ocupar a presidência da maior nação democrata do mundo, através de um enorme poder oculto do trilateralistas sobre os meios de comunicação.
Com o apoio da imprensa comandada pelos trilateralistas, Jimmy Carter surgiu do anonimato para apossar-se da Casa Branca. E adivinha quem ele nomeou para o cargo de secretário: Zbigniew Brzezinski. Carter também colocou outros companheiros da Comissão Trilateral nos principais cargos de confiança. Um importante jornal publicou o seguinte: "Os trilateralistas tomaram conta da política externa na administração de Carter... Alguns consideram esta concentração de poder como uma verdadeira conspiração". Mas afinal quem é este homem? Brzezinski era um professor da Universidade de Columbia, e Doutor em Filosofia (Ph. D.) que foi escolhido por David Rockefeller para ser o diretor-executivo da Comissão Trilateral. Em 1968, ele afirmou: "Muito em breve será possível termos um acervo de dados pessoais sobre cada cidadão. Essas informações permitira um controle de cada pessoa na face da Terra, a qualquer hora... E cada cidadão poderá ser sondado e controlado pela autoridade". Sobre essa nova era profetizada por Brzezinski, que ele chamava de era da Tecnotrônica, ele disse ainda:
"A era da eletrônica envolverá gradualmente o controle da sociedade, que será dirigida por uma elite, onde os tradicionais valores devem ser destruídos. A humanidade tem passado por grandes evoluções. O primeiro estado era o estado primitivo envolvido em religião. Antigamente o homem acreditava que o seu destino estava nas mãos de Deus. Isso é o resultado de uma mente débil de algum ignorante iletrado."
Por estas poucas frases, percebe-se claramente o pensamento anticristão desse poderoso homem, perfeitamente afinado com os ideais satânicos de Ninrode, de Hitler e de outros ditadores mundiais.
Outros famosos membros da Comissão Trilateral nos EUA são:
§ § Henry Kissinger (Secretário de Estado do ex-presidente Richard Nixon).
§ § Cyrus Vance (Secretário de Estado do ex-presidente Jimmy Carter).
§ § George Schultz (Secretário de Estado de ex-presidente Ronald Reagan).
§ § Howard Baker (Chefe do Estado-Maior do ex-presidente Ronald Reagan).
Dessa forma, a Comissão Trilateral garante o estabelecimento de um governo mundial único o mais rapidamente possível. Nas eleições de 1980 e 1984, a CT conseguiu eleger Ronald Reagan cujo vice-presidente, George Bush era membro destacado do CT. Os membros dessas sociedades secretas ocultistas, políticas e econômicas costumam se referir a Nova Ordem Mundial chamando-a apenas de "A Ordem". E o ex-presidente George Bush costumava dizer que "A Ordem" tem "mil pontos de luz", que é um chavão da Maçonaria para designar que a Nova Era tem muitos membros ou conspiradores silenciosos espalhados pelo mundo inteiro. George Schultz, membro da CT e secretário do ex-presidente Ronald Reagan que afirmou:
"A Nova Era já raiou e uma nova ordem econômica rapidamente está tomando corpo."
Recentemente, os diretores dos principais jornais e revistas americanos eram membros da Comissão Trilateral: o editor-chefe da revista Time; os diretores do New York Times; do Wall Street Journal; do Los Angeles Times; do Washington Post; e o diretor de redação do Chicago Sun Times, por exemplo.O senador americano Barry Goldwater tem arriscado sua vida para alertar a América a respeito dos planos dessas sociedades secretas em favor do governo mundial único. Ele escreveu um livro que combate a Nova Ordem Mundial, onde ele diz: "...isto pode me custar tudo o que tenho, mas preciso prevenir o povo americano. A Comissão Trilateral representa um esforço habilmente coordenado para assumir o controle e consolidar as quatro esferas de poder: político, monetário, intelectual e eclesiástico (a Igreja ou a religião). O que os trilateralistas pretendem é a criação de um poder econômico de âmbito mundial superior aos governos das nações. Em outras palavras, o que eles estão orquestrando... é a realização da Nova Ordem Mundial, o governo mundial único". Para isso, os trilateralistas têm nas mãos, o controle da economia e da política mundiais.
Instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial estão nas mãos dos trilateralistas. Um dos membros do CT é o diretor do Banco Central americano, Paul Volker. Há algum tempo, ele elevou a taxa de juros com o pretexto de ajustar a economia americana e fez com que centenas de pequenas e médias empresas quebrassem em todo o mundo. Vemos assim, que a Comissão Trilateral tem mais poder do que todos os ministros do governo americano juntos. Os trilateralistas pretendem ter o direito de executar modificações de importância global que afetam a liberdade das pessoas. Agem sem qualquer consulta política, debate ou eleição, sempre dentro do maior sigilo, comum às sociedades secretas ocultistas.
Eles se propõem a conseguir os lugares políticos mais elevados nos EUA, na União Européia, Mercosul e no Japão, com o objetivo de efetuar grandes modificações nessas economias e no mundo. E o povo desses países nunca é informando dos seus verdadeiros planos. Os trilateralistas trabalham, silenciosamente, dia e noite, para estabelecer a Nova Ordem Mundial que, em breve, será liberada pelo grande líder mundial que será levantado: O Anticristo.A propósito: o próprio termo trilateral nos faz lembrar do símbolo sagrado da Maçonaria: o triângulo que, por sua vez, representa a iniciação luciferina do poder das trevas.

ONU – ORGANIZAÇÃO DAS
NAÇÕES UNIDAS
A ONU é um celeiro de idéias esotéricas e idéias de domínio mundial. Lá já existe até mesmo um anteprojeto da Constituição da Federação do Planeta Terra que esboça um futuro governo mundial unificado. O Jornal do Brasil de 26/02/92 trouxe a seguinte notícia: "Impulsionado pelo movimento ecológico, cresce na ONU um movimento federalista mundial de unificação do planeta... Os movimentos federalistas mundiais defendem a criação de uma autoridade planetária com gestão supranacional".
O fato é que, a ONU é um terreno fértil para o crescimento de doutrinas ocultistas disfarçadas de teses de mestrado em economia, política e ciências sociais. David Spangler, um influente líder na Nova Era e na ONU disse:
"Ninguém entrará na Nova Era, a menos que tenha uma iniciação luciferina."
Isso deixa bastante claro quem é o mentor deste movimento mundial que se diz pacífico e altamente evoluído. Somente aqueles que concordarem em adorar a Lúcifer poderão fazer parte da Nova Ordem Mundial.
Como fórum de debates e decisões conjuntas das nações, a ONU normalmente excede sua atribuições e pretende influir cada vez mais nas diversas áreas da sociedade como se funcionasse como uma espécie de embrião de um futuro governo mundial centralizado.
Aliás, este é o sonho da grande maioria dos altos funcionários da Nações Unidas, que são pessoas envolvidas com algum tipo de sociedade ocultista e que funcionam como conspiradores silenciosos sempre prontos para plantar e regar as sementes da Nova Era.
A ONU é na realidade uma tentativa mal sucedida de implantação desse governo mundial unificado, e, para isso ela montou uma superestrutura tão abrangente quanto ineficaz devido à burocracia e à ganância de alguns de seus funcionários. Essa superestrutura é composta de muitas organizações subsidiárias que proliferam pelo mundo adentro como tentáculos que revelam suas intenções de ditar normas e controlar os diversos setores da atividade humana. Para melhor compreensão, listamos abaixo uma série resumida dessas organizações filiadas a ONU com suas respectivas áreas de atuação.
ALGUMAS ORGANIZAÇÕES FILIADAS DA ONU:

UNESCO
Educação, ciência e cultura
FMI
Fundo monetário internacional
UNICEF
Assistência à infância
FAO
Alimentação e agricultura
UNIDO
Desenvolvimento industrial
OMS
Saúde
UNCTAD
Comércio internacional
OIT
Trabalho
UNCEED
Ecologia e economia
UIT
Telecomunicações
UNITAR
Treinamento e pesquisas
ICAO
Aviação civil
GATT
Tarifas alfandegárias
IAEA
Energia atômica
BIRD
Banco Internacional
FORÇA DE PAZ
O exército das Nações Unidas

Embora toda essa superestrutura esteja comprometida pela burocracia e má gestão, a ONU é ainda um forte componente e uma peça importante no jogo do poder que contribuiu e ainda contribuirá significativamente para que a Nova Ordem Mundial alcance o seu objetivo final de conduzir o homem-deus da Nova Era ao poder. É apenas uma questão de tempo. (Eclesiastes 3:1)
O CLUBE DE ROMA
Futurologia Sócio-econômica.
Essa é uma das mais influentes e conceituadas organizações não-governamental do mundo.
Fundado em 1968, o Clube de Roma reúne economistas, industriais, banqueiros, chefes-de-estado, líderes políticos e cientistas de vários países para analisar a situação mundial e apresentar previsões e soluções para o futuro.O primeiro relatório dessa organização foi publicado em 1972 com o título de Os Limites do Crescimento, e, rapidamente, tornou-se um sucesso de vendas. Os profetas do apocalipse sócio-econômico do Clube de Roma vaticinaram que uma crise sem precedentes está para abater sobre o mundo. Eles apontaram alguns fatores que poderão conduzir a uma crise mundial jamais vista:

ESGOTAMENTO DE RECURSOS NATURAIS – A precisão é de que até o ano 2005 haverá uma queda acentuada nos recursos minerais e hídricos do nosso planeta provocada pela exploração desordenada e gananciosa.
CRISE ENERGÉTICA – A perspectiva é que, em poucas décadas, as fontes de energia como petróleo e carvão se esgotem e a energia hidroelétrica atinja seu ponto de saturação por ser o único meio de obtenção de energia além do sol.
CRESCIMENTO POPULACIONAL – O aumento das populações carentes assusta muito às classes mais altas e pode provocar a escassez de alimentos e o aumento da violência em geral.
ESCASSEZ DE ALIMENTOS – Enquanto diminuem as terras cultiváveis e os estoques de alimentos, o êxodo rural aumenta, gerando o aumento da população urbana com isso uma série de problemas sociais e principalmente o desemprego.
DESEMPREGO EM MASSA – Nessa área as perspectivas são sombrias... O número de vagas de trabalho é muito inferior ao número de jovens que entram na idade de buscar um emprego. Sem falar nas barreiras que são criadas para diminuir o número de candidatos para poucas vagas.
POLUIÇÃO AMBIENTAL – A industrialização do mundo moderno está destruindo rapidamente o meio-ambiente com efeitos sem volta e acima de qualquer previsão.

Um dos dirigentes do Clube de Roma, Aurelio Peccei, declarou à imprensa que hoje a humanidade está "mais confusa, mais preocupada, e mais insegura do que há dez anos atrás". Isso cria um terreno fértil, propício à instalação de um governo totalitário. Foi precisamente numa Alemanha confusa, preocupada e insegura que, há pouco mais de sessenta anos, surgiu uma figura carismática prometendo resolver todos os problemas do país. Adolf Hitler soube aproveitar-se da confusão, preocupação e insegurança geradas no povo alemão pela situação caótica reinante.
Os profetas do Clube de Roma predizem que "ocorrerá um colapso total do nosso sistema mundial entre o início e o meio do século XXI, se não forem tomadas medidas para solucionar os problemas que hoje enfrentamos". Por isso, o Clube de Roma é uma das organizações que mais trabalha em prol da implantação da Nova Ordem Mundial.
Aurelio Peccei, afirmou:
"Ocorrerá um desastre, e um líder carismático mundial surgirá e, então, dar-se-á início a essa Nova Era."
Outro dirigente do Clube de Roma e ativo líder da Nova Era, Benjamim Creme, afirmou que o triângulo é um dos símbolos sagrados desse movimento e representa o Cristo Cósmico que virá. Como acabamos de ver, o movimento mundial da Nova Era não se trata de uma religião, mas de uma verdadeira conspiração silenciosa que estende seus tentáculos sobre o mundo como um gigantesco e invisível polvo que, aos poucos, vai fechando o cerco , derrubando os obstáculos que se interpõem ao seu objetivo máximo: A realização do sonho de Lúcifer, de assumir o controle total do mundo através de um governo centralizado no qual o Criador seja apagado da memória da humanidade e ele e o seu sistema de coisas seja o único "Deus" para todos.



Será que você está consciente de que o plano para que isso se concretize já está pronto?
O PLANO
Por que John Kennedy foi assassinado?
Todo o mecanismo para a execução desse plano de uma arrancada só já está pronto e isso poderá ser feito dentro do curto prazo de uma hora, em todo o território dos EUA. Esse plano é conhecido pelo código de Ordem Executiva 11490.
A ordem para acionar este plano depende apenas da ocasião oportuna, quando o presidente americano declarar estado de emergência. Então, o total controle do governo entrará em vigor a qualquer momento em que houver aumento da tensão internacional ou um colapso do sistema financeiro. Ocorrendo isso, dentro do espaço de uma hora, o governo assumirá imediatamente o controle de:
§ § Todos os meios de comunicação;
§ § Todas as centrais elétricas;
§ § Todas as companhias de petróleo;
§ § Todos os estoques de alimentos;
§ § Todos os meios de transporte;
§ § Todos os setores de saúde, educação e previdência social;
§ § Todas as instituições financeiras, que poderão trocar todo o dinheiro existente;
§ § Todos os cidadãos, que serão convocados como servidores do governo e cidadãos do mundo;
§ § Todas as pessoas serão cadastradas imediatamente pelas agências de Correios.
Essas medidas de exceção, transformadas em lei pela caneta do presidente John Kennedy, assassinado em 1963, conferem ao presidente americano os poderes ilimitados de um ditador.
Discursando na Universidade de Columbia, em 1963, o presidente John Kennedy declarou em tom de denúncia:
"O alto posto de presidente tem sido usado para alimentar um plano para destruir a liberdade do EUA e, antes que eu deixe o cargo, tenho que colocar os cidadãos a par da situação".
Oito dias depois dessa denúncia, o presidente John Kennedy foi obrigado a assinar a Ordem Executiva 11490. Dois dias depois de assinar a Ordem executiva 11490, o presidente John Kennedy foi assassinado. Cinco anos mais tarde, quando disputava a eleição para a presidência dos EUA, seu irmão, Bob Kennedy, foi igualmente assassinado.
Qualquer semelhança não é mera coincidência. Ainda mais quando lembramos que em 1962, um ano antes do assassinato do presidente, a amante de Kennedy, a atriz Marilyn Monroe, morreu em condições sombrias, vitimada pela ingestão de calmantes. Além disso, em 1969, um ano após a assassinato do senador Bob Kennedy, seu irmão, o senador Edward Kennedy, que se preparava para concorrer à presidência foi vítima de um acidente de carro no qual morreu sua secretária particular. Tendo sobrevivido ao acidente, Ted Kennedy viu-se forçado a assumir a culpa por imperícia ao volante, o que resultou na sua desistência de concorrer às eleições presidenciais.
Após a morte do presidente Kennedy, sua viúva Jackie, apavorada pela tragédia que se abateu sobre sua vida, temendo pela sua segurança e de seus filhos ainda pequenos, procurou refúgio junto ao armador grego Aristóteles Onassis, um dos homens mais ricos do mundo. Disposta a sobreviver à trama que havia tirado a vida de John Kennedy e Bob Kennedy, Jackie casou-se com o milionário e partiu para o exílio nas ilhas gregas até que o caso caísse no esquecimento.
O plano abrange ainda guerras satanicamente projetadas que os seus pensadores chamam de períodos de transição. Para eles, guerras são os melhores instrumentos para mudanças rápidas e radicais nas condições sócio-econômicas pois criam novos começos. O grande exemplo disto são os próprio EUA que emergiram após a 2ª Guerra Mundial como a maior nação do Ocidente.
Segundo os especialistas, a terceira e última guerra mundial será deflagrada no Oriente Médio, um barril de pólvora pronto para explodir, constantemente sustentado pelos interesses das sociedades secretas e suas subsidiárias compostas de homens poderosos e iluminados que vêm instigando o ódio entre árabes e judeus durante décadas e, agora, assumem uma posição pacifista francamente favoráveis aos direitos do povo palestino, com o objetivo de transformar Jerusalém na capital de um futuro Estado Palestino, medida que conta com o apoio do Vaticano.
Fim....

20/08/2010

O QUE É PROSTITUIÇÃO

Gl 5.19-Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição...

Dt 23.17-Não haverá rameira(meretriz, prostituta) dentre as filhas de Israel; nem haverá sodomita dentre os filhos de Israel.

Dt 23.18-Não trarás salário de rameira nem preço de cão à casa do Senhor, teu Deus, por qualquer voto; porque ambos estes são igualmente abominação ao Senhor, teu Deus.


INTRODUÇÃO

Prostituição, venda de serviços sexuais específicos, por um preço pré-combinado. A prostituição pode ser feminina ou masculina e os clientes, homens ou mulheres. O padrão mais comum é de prostitutas com freguesia masculina. Muitas vezes, chamada de “profissão mais antiga do mundo”, a prostituição tem dimensões religiosas, econômicas e sociais.

2. A PROSTITUIÇÃO NA MESOPOTÂMIA
A prostituição sagrada — comum nas civilizações da Antigüidade como as do Egito, Babilônia, Assíria e Índia — provavelmente surgiu da adoração da grande deusa pré-histórica da fertilidade e da maternidade. Essa deusa era adorada em ritos de expressão sexual. Sua religião existiu por tempo suficiente para que fosse preservada no poema épico Gilgamesh, escrito em aproximadamente 2000 a.C., onde uma personagem prostituta cuida da grande deusa. Um dos nomes antigos da deusa era Inana, que mais tarde tornou-se identificada com a Ishtar mesopotâmica, protetora das prostitutas, e suas formas posteriores: Astarte, Afrodite e Diana.
O historiador grego Heródoto relatou que, na antiga Babilônia, toda mulher tinha a obrigação de ir ao templo de Ishtar ao menos uma vez na vida e manter relações sexuais com um estranho. Os historiadores modernos discordam sobre a extensão desta obrigatoriedade. Entretanto, reconhecem que a prostituição nos templos existia na Fenícia, Síria, Lídia, Chipre e Egito, assim como na Babilônia. Os primeiros hebreus condenavam a prostituição nos templos e tentaram erradicá-la. Ainda assim, a Bíblia nos conta que os filhos de Eli empregaram seus ofícios sacerdotais nos ritos de prostituição sagrada, deitando-se com “mulheres que prestavam o serviço divino à porta” do tabernáculo (Samuel; 1, 2:22). Roboão, filho de Salomão, introduziu a prática da prostituição no templo de Jerusalém sob a influência de sua mãe amonita (Livro dos Reis; 1, 14:24). A prostituição continuou existindo até o reinado do rei Josias (Livro dos Reis; 1, 23:7). O termo hebraico (ver Língua hebraica) para designar os profissionais da prostituição sagrada era kedeshah (para a mulher) e kadesh (para o homem). Mesmo após a prostituição sagrada ser abolida, as mulheres continuaram a doar aos templos fundos obtidos com a prostituição.

3. GRÉCIA ANTIGA
Sólon, o legislador de Atenas, enchia os prostíbulos de escravas, taxava os lucros e, com parte eles, construiu um oratório para Afrodite, a deusa do amor. Acima das prostitutas dos bordéis, estavam as meretrizes das ruas, as músicas e dançarinas (aulétrides) e as tocadoras de flauta. As que tinham mais status eram as heteras ou hetairas. Diferindo das prostitutas comuns e das donas de casa — as mulheres casadas na Grécia antiga estavam destinadas aos trabalhos de casa e não participavam da vida pública — as heteras eram educadas, treinadas em escolas administradas por outras heteras e, em muitos casos, alcançavam grande destaque e influência. Os gregos tinham tanto interesse na prostituição que desenvolveram um tipo especial de literatura: a pornografia, obras sobre prostitutas. Sabemos mais sobre as meretrizes gregas do que qualquer outra classe de mulheres. Além disto, o homossexualismo era aceito na cultura grega, existindo, portanto, prostitutos com freguesia masculina.

4. PROSTITUIÇÃO NA ROMA IMPERIAL
A prostituição no Império de Roma caracterizou-se por uma legislação férrea. Apesar de a atividade ser legal, era preciso que as prostitutas registrassem seu comércio, vestissem determinadas roupas, usassem somente certos tipos de transporte, além de outras obrigações. Muitas vezes, os escravos eram forçados a se prostituir (ver Escravidão). Afrodite mudou seu nome e transformou-se em Vênus, dando origem, pelo menos sob o ponto de vista etimológico, às chamadas doenças venéreas, ou seja, doenças sexualmente transmissíveis.

5. A PROSTITUIÇÃO E O CRISTIANISMO
Os filósofos ascéticos do início do cristianismo — em particular São Paulo e Santo Agostinho — condenavam a sexualidade e identificavam as mulheres com a tentação. Entretanto, Agostinho descreveu a prostituição como um mal necessário, da mesma forma que os esgotos eram necessários para levar embora excrementos e líquidos. A atitude cristã diante das prostitutas era simbolizada por Maria Madalena, apresentada — embora não haja registros nas Escrituras — como uma prostituta salva pelo exemplo de Cristo. Portanto, a igreja cristã encarou a prostituição como pecado, mas também frisou a possibilidade de redenção das prostitutas. Como os romanos, os governantes medievais (ver Idade Média) freqüentemente taxavam as meretrizes e vários prostíbulos da Roma medieval contribuíram para os cofres papais.

6. RENASCIMENTO E REFORMA
Durante o Renascimento e a Reforma, apesar de bem estabelecida, a prostituição tornou-se marginalizada. A Reforma protestante (ver Protestantismo) exaltou a dedicação à pureza moral, enfatizou o casamento para a procriação e reforçou a importância do celibato. Os bordéis foram fechados e as mulheres que dependiam da prostituição tornaram-se mais pobres. Entretanto, algumas cortesãs das classes mais abastadas continuaram a viver bem e a gozar de prestígio social.
Na tradição ocidental, por mais que as prostitutas bem sucedidas lucrassem com seu trabalho, as que serviam aos níveis mais baixos da escala social, esbarraram, muitas vezes, em condições desesperadas de sobrevivência. Durante o século XV, na Inglaterra, foram criados os bordéis infantis, locais onde os parentes pobres enviavam suas filhas com idades entre 7 a 14 anos. O número de mulheres que recorreram à prostituição como um meio de sobrevivência aumentou depois da revolução urbana e industrial dos séculos XVIII e século XX.

7. ESFORÇOS SOCIAIS
8. Os esforços para controlar a prostituição tenderam a se concentrar em torno de dois objetivos contraditórios: a tentativa de confinar a prostituta em uma atividade legal mas socialmente condenada, e o esforço de eliminar a prostituição totalmente, baseada na moral ou na saúde. No final do século XVII, a Sociedade para a Reforma dos Costumes tentou reprimir a prostituição na Inglaterra. No código napoleônico posterior à Revolução Francesa, as prostitutas só podiam trabalhar em bordéis licenciados.
As tentativas de regular e taxar a prostituição ligam-se, muitas vezes, às preocupações com a saúde pública. No século XIX, o esforço de controlar a prostituição através de regras governamentais e de inspeções médicas uniu-se às tentativas de controlar a sífilis. O empenho para regular a prostituição em centros navais da Inglaterra levou a reformadora Josephine Butler (1828-1906) a iniciar um movimento que execrava a prostituição tolerada e legalmente inspecionada. Butler liderou a campanha de sua abolição no âmbito da política internacional, identificando movimentos ilícitos que levavam mulheres e meninas à prostituição indesejada e clamando pela eliminação destas práticas. Até a Liga das Nações e a Organização das Nações Unidas (ONU) envolveram-se nestes esforços.

8. ESTADOS UNIDOS
Nos Estados Unidos, foi também intensa a campanha pela erradicação da prostituição que, durante a última parte do século XIX, havia tornado-se uma grande indústria, tanto nas cidades fronteiriças como nas em desenvolvimento. A virada do século foi a era do bordel, quando foram famosas cafetinas como as irmãs Everleigh, de Chicago, e mais tarde Polly Adler, em Nova York. O movimento feminista emergente nos Estados Unidos apoiou sua abolição. Em 1910, o Governo Federal criou a Lei Mann que proíbe o transporte de mulheres para fins de prostituição através das fronteiras dos estados.

9. A PROSTITUIÇÃO EM CULTURAS NÃO OCIDENTAIS
Na cultura hindu, especialmente na Índia do norte, uma forma de prostituição sagrada existia até recentemente. Uma casta conhecida como devadasi ("as criadas do deus") surgiu nos séculos IX e X. Estas mulheres praticavam a prostituição nos templos de uma forma similar às da antiga Mesopotâmia.
1. Mundo islâmico As prostitutas muçulmanas (ver Islã) são vistas como portadoras de desgraças para suas famílias. Por isso, muitas prostitutas são órfãs, filhas de prostitutas ou mulheres e meninas que foram deserdadas ou fugiram de suas famílias.
2. Japão O Japão desenvolveu a instituição da gueixa, uma garota de programas treinada de maneira semelhante à hetaira grega, incluindo às vezes serviços sexuais entre suas habilidades. As gueixas ingressam em sua profissão ainda crianças e são educadas nas artes de agradar os homens.
3. China e o sudoeste da Ásia Na China e no sudoeste asiático a situação está ligada à pobreza entre os camponeses. Isto levou à aceitação tanto da venda de uma filha para a prostituição para sustentar a família, como o costume de jovens engajarem-se na profissão para acumular um dote. Estas normas sociais, combinadas com uma cultura que é menos puritana que a ocidental, aumentaram o ramo da sexualidade comercial. Durante as guerras da Coréia e do Vietnã, a prostituição ao redor das bases militares norte-americanas da Tailândia e das Filipinas cresceu tanto que, hoje, Bangkok e Manila são consideradas a capital da indústria do turismo sexual. Na era da Aids existe um enorme perigo para mulheres e homens que se dedicam à prostituição. Outro aspecto do problema é o número crescente de meninas entre 8 e 13 anos que trabalham como prostitutas em países do terceiro mundo. A virgindade, que as faz teoricamente livres da Aids, atraem clientes que pagam fortunas. Este fenômeno acontece hoje na Ásia, no Oriente Médio, na África e na América Latina.

10. MOVIMENTO PELOS DIREITOS DAS PROSTITUTAS
Em meados do século XX, as atitudes das mulheres e da sociedade em relação às prostitutas começaram a mudar. A disponibilidade crescente de preservativos, o aumento e diversificação das opções de emprego femininos e a revolução sexual dos anos 1960 tiveram um grande impacto na indústria do sexo. Nos países desenvolvidos, um número proporcionalmente menor de homens usava os serviços de prostitutas, em comparação com as eras anteriores, e aqueles que o faziam tinham um menor número de contatos. As tentativas de policiar a prostituição e reforçar os regulamentos tornaram-se esporádicas, criminalizando somente as mulheres e não os seus clientes.
Nos anos 1970, foi iniciado um movimento pelos direitos das prostitutas. Paralelo a este desenvolvimento, houve da parte das prostitutas um reconhecimento da importância social de sua ocupação e da responsabilidade das mesmas em relação à propagação de doenças. Os grupos de prostitutas da França e da Inglaterra e o Coyote (da frase "Call Off Your Old, Tired Ethics", ou seja, “Acabe com sua ética velha e cansada”) nos Estados Unidos, fundado por Margo St. James e pela advogada Florynce Kennedy em 1972, são uniões que buscam assegurar a proteção legal de trabalhadores do sexo. Outro objetivo é inverter a imagem das prostitutas como autodestrutivas, viciadas e moralmente corruptas. Embora a possibilidade de abusos sexuais na família figure entre os fatores de peso na avaliação de muitos psicólogos (ver Psicologia) como um dos importantes motivos da prostituição, os movimentos modernos estão conseguindo reverter esta imagem e enfatizando que a prostituição é, em muitos casos, uma opção consciente.
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[1]"Prostituição," Enciclopédia® Microsoft® Encarta. © 1993-1999 Microsoft Corporation. Todos os direitos reservados.

Usos e Costumes Defendidos Pelas Assembléias de Deus no Brasil

Definindo os Termos

Princípio

"Ato de principiar. Causa primeira. Origem. Razão fundamental. Elemento que predomina na constituição de um corpo organizado. Ex.: Princípio da vida. Convicção. (Grande Dicionário Ilustrado – Novo Brasil. Ed. 1979).
"Começo. Causa, Origem. Razão fundfamental. Base. Preceito. Regra". (Dicionário Álvaro Magalhães – E. Globo).
Princípios são bases estabelecidas por Deus para orientação da sociedade humana, que estabelecem parâmetros, dentro dos quais o homem é aceito e se relaciona com o Criador.
"Regras fundamentais e gerais de qualquer ciência ou arte. Ex.: Princípios fundamentais das Ciências, da Física, da Química, da Matemática, da Filosofia, ...da Religião".

Tradição

É a transmissão de ensinos, práticas, crenças de uma cultura de uma geração a outra. A palavra grega para tradição é paradosis, usada no sentido negativo (Mt 15.2; Gl 1.14); e também no sentido positivo (2 Ts 2.15- Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa).Quando se coloca a tradição acima da Bíblia ou em pé de igualdade com ela a tradição assume uma conotação negativa. Muitas vezes é usada simplesmente para camuflar nossos pecados. O problema dos fariseus e da atual Igreja Católica é justamente por receber a tradição como Palavra de Deus. Disse alguém: "Tradição é a fé viva dos que agora estão mortos, e tradicionalismo é a fé morta dos que agora estão vivos".
Quando afirmamos que temos as nossas tradições, não estamos com isso dizendo que os nossos usos e costumes tenham a mesma autoridade da Palavra de Deus, mas que são bons costumes que devem ser respeitados por questão de identidade de nossa igreja. Temos quase 90 anos, somos um povo que tem história, identidade definida, e acima de tudo, nossos costumes sãos saudáveis. Deus nos trouxe até aqui da maneira que nós somos e assim, cremos, que sem dúvida alguma ele nos levará até ao fim.

A Resolução de Santo André nos Dias Atuais

A Resolução

"E ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus", Lv 20.26.
" - A 22ª Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, reunida na cidade de Santo André, Estado de São Paulo, reafirma o seu ponto de vista no tocante aos sadios princípios estabelecidos como doutrina na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil. Imbuída sempre dos mais altos propósitos, ela, a Convenção Geral, deliberou pela votação unânime e dos delegados das igrejas da mesma fé e ordem, em nosso país, que as mesmas igrejas se abstenham do seguinte:

  1. Uso de cabelos crescidos, pelos membros do sexo masculino;
  2. Uso de traje masculino, por parte dos membros ou congregados, do sexo feminino;
  3. Uso de pinturas nos olhos, unhas e outros órgãos da face;
  4. Corte de cabelos, por parte das irmãs (membros ou congregados);
  5. Sobrancelhas alteradas;
  6. Uso de mini-saias e outras roupas contrárias ao bom testemunho da vida cristã;
  7. Uso de aparelho de televisão – convindo abster-se, tendo em vista a má qualidade da maioria dos seus programas; abstenção essa que justifica, inclusive, por conduzir a eventuais problemas de saúde; e
  8. Uso de bebidas alcoólicas.

Esta Convenção resolve manter relações fraternais com outros movimentos pentecostais, desde que não sejam oriundos de trabalhos iniciados ou dirigidos por pessoas excluídas das 'Assembléias de Deus', bem como manter comunhão espiritual com movimentos de renovação espiritual, que mantenham os mesmos princípios estabelecidos nesta resolução. Relações essas que devem ser mantidas com prudência e sabedoria, a fim de que não ocorram possíveis desvios das normas doutrinárias esposadas e defendidas pelas Assembléias de Deus no Brasil".

O Texto

Atendendo parecer do Conselho Consultivo da CGADB encaminhado ao 5º ELAD, em 25 de agosto de 1999, a Comissão analisou à luz da Bíblia, de nosso contexto e de nossa realidade, expressando esses princípios numa linguagem atualizada.
O primeiro ponto que precisa ser expresso numa linguagem atualizada é a declaração: “sadios princípios estabelecidos como doutrina na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil”. O texto não faz distinção entre doutrina e costume. O O Manual do CAPED, edição de 1999, CPAD, Rio, p. 92, diz:
" Há pelo menos três diferenças básicas entre doutrina bíblica e costume puramente humano. Há costumes bons e maus. A doutrina bíblica conduz a bons costumes."
Quanto à origem
- A doutrina é divina
- O costume é humano
Quanto ao alcance
- A doutrina é geral
- O costume é local
Quanto ao tempo
- A doutrina é imutável
- O costume é temporário
A doutrina bíblica gera bons costumes, mas bons costumes não geram doutrina bíblica. Igrejas há que têm um somatório imenso de bons costumes, mas quase nada de doutrina. Isso é muito perigoso! Seus membros naufragam com facilidade por não terem o lastro espiritual da Palavra”.
A palavra grega usada para “doutrina” no NT é didache, que segundo o Diccionario Conciso Griego – Español del Nuevo Testamento, siginfica: “o que se ensina, ensino, ação de ensinar, instrução”. (Jo 7.16, 17; At 5.28; 17.19; e didaskalia, que segundo o já citado dicionário é: “o que se ensina, ensino, ação de ensinar, instrução”. O Léxico do N.T. Grego/Português, de F. Wilbur Gingrich e Frederick W. Danker, Vida Nova, São Paulo, 1991, p. 56,diz que didasskalia é: “Ato de ensino, instrução Rm 12.7; 15.4; 2 Tm 3.16. Num sentido passivo = aquilo que é ensinado, instrução, doutrina Mc 7.7; Cl 2.22; 1 Tm 1.10; 4.6; 2 Tm 3.10; Tt 1.9)”; e didache: “ensino como atividade, instrução Mc 4.2; 1 Co 14.6; 2 Tm 4.2. Em um sentido passivo = o que é ensinado, ensino, instrução Mt 16.12; Mc 1.27; Jo 7.16s; Rm 16.17; Ap 2.14s, 24. Os aspectos at. e pass. podem ser denotados em Mt 7.28; Mc 11.18; Lc4.32”. Segundo a Pequena Enciclopédia Bíblica, Orlando Boyer, doutrina é “tudo o que é objeto de ensino; dïsciplina” (Vida, S. Paulo, 1999, p. 211).
À luz da Bíblia, doutrina é o ensino bíblico normativo terminante, final, derivado das Sagradas Escrituras, como regra de fé e prática de vida, para a Igreja, para seus membros, vista na Bíblia como expressão prática na vida do crente, e isso inclui as práticas, usos e costumes. Elas são santas, divinas, universais e imutáveis.
Nos próprios dicionários seculares encontramos esse mesmo conceito sobre doutrina: “É o complexo de ensinamentos de uma escola filosófica, científica ou religiosa. Disciplina ou matéria do ensino. Opinião em matéria científica” (Dicionário Álvaro de Magalhães). “Conjunto de princípios de um sistema religioso, políticos ou filosóficos. Rudimentos da fé cristã. Método, disciplina, instrução, ensino” (Dicionário Ilustrado Novo Brasil, ed. 1979).

Costume

A Pequena Enciclopédia Bíblica, Orlando Boyer, define costume como “Uso, prática geralmente observada”. (p. 169). As palavras gregas usadas para “costume são ethos (Lc 2.42; Hb 10.25) e synetheia (Jo 18.19; 1 Co 8.7; 11.16).A primeira, de onde vem a palavra “ética”, significa costume com sentido de “lei, uso” (Lc 1.9). Não é biblicamente correto usar doutrina e costume como se fosse a mesma coisa. O costume é “Prática habitual. Modo de proceder. Jurisprudência baseada em uso; modo vulgar; particulariedade; moda; trajo característico, procedimento; modo de viver”. Os costumes visto pela ótica cristã, são linhas recomendáveis de comportamento. Estão ligados ao bom testemunho do crente perante o mundo. Estão colocados no contexto temporal, não estão comprometidos diretamente com a salvação.
Os costumes em si são sociais, humanos, regionais e temporais, porque ocorrem na esfera humana, sendo inúmeros deles gerados e influenciados pelas etnias, etariedade, tradições, crendices, individualismo, humanismo, estrangeirismo e ignorância.
Convém atualizar essa redação omitindo a expressão “como doutrina”, ficando assim: “sadios princípios estabelecidos na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil”.
Quanto aos 8 princípios da Resolução, uma maneira de colocar numa linguagem atualizada é:

  1. Ter os homens cabelos crescidos (1 Co 11.14), bem como fazer cortes extravagantes;
  2. As mulheres usarem roupas que são peculiares aos homens e vestimentas indecentes e indecorosas, ou sem modéstias (1 Tm 2.9, 10);
  3. Uso exagerado de pintura e maquiagem - unhas, tatuagens e cabelos- (Lv 19.28; 2 Rs 9.30);
  4. Uso de cabelos curtos em detrimento da recomendação bíblica (1 Co 11.6, 15);
  5. Mal uso dos meios de comunicação: televisão, Internet, rádio, telefone (1 Co 6.12; Fp 4.8); e
  6. Uso de bebidas alcoólicas e embriagantes (Pv 20.1; 26.31; 1 Co 6.10; Ef. 5.18).

Os itens 2 e 6 foram colocados num mesmo item, pois se trata de um mesmo assunto. Colocamos referências bíblicas porque os nossos costumes são norteados pela Palavra de Deus. Precisamos ter consciência de que os nossos costumes não impedem o crescimento da Igreja. Hoje em dia há igrejas para todos os gostos, mas nós temos compromisso com Deus, com sua Palavra e com o povo. O objetivo de conquistar as elites da sociedade em detrimento de nossos costumes e tradições não é bom negócio. Isso tem causado muitos escândalos e divisões e não levam a resultados positivos. Somos o que somos, devemos aperfeiçoar as nossas estratégias de evangelismo e não mudar arbitrariamente os nossos costumes, pois isso choca a maioria dos crentes. Criar novos métodos para alcançar os pecadores, isso sim, para que o nosso crescimento possa continuar.

Falta de crescimento

Outro ponto que convém ressaltar que a falta de crescimento de algumas igrejas não é pelo fator usos e costumes, como muitas vezes tem sido enfatizado nas AGOs da CGADB, como foi ressaltado no 5º ELAD, pois mais de 85% dos líderes das Assembléias de Deus reconhecem a necessidade de preservação de nossas tradições, usos e costumes e de nossa identidade, mas sim, por falta de visão e de objetivos de seus líderes. Essa deficiência pode ser vista e comprovada dos dois lados, tantos dos favoráveis às mudanças como com os que querem manter o mesmo sistema histórico das Assembléias de Deus. O crescimento da igreja, à luz da Bíblia, é conseqüência de evangelismo, discipulado e oração; e o avivamento, fruto de jejum, oração e de arrependimento, e não resultado de usos, costumes e tradição.
Nem tudo que é extra bíblico é anti-bíblico. Nem tudo que nos interessa é condenado e pecado. Não podemos julgar ou condenar outros grupos porque adotaram liturgias estranhas e costumes diferentes dos nossos, e nem alcunhar nossos companheiros de ministério de liberais, pois “liberal” é uma palavra ofensiva. Os liberais sãos os que não acreditam na inspiração e autoridade das Escrituras, os que negam o nascimento virginal de Jesus, não reconhecem a existências de verdades absolutas. Discordar deles é uma coisa, mas agredir é outra muito diferente, e fere o espírito cristão do amor fraternal. Devemos, sim, preservar os nossos costumes.
A salvação é um ato da graça de Deus pela fé em Jesus. A Bíblia ensina que somos salvos pela fé em Jesus (Rm 3.28; Gl 2.16; Ef 2.8-10; Tt 3.5). Todos os crentes são salvos porque um dia ouviram alguém falar de Jesus e creram nessa mensagem. Ninguém fez nada, absolutamente, para ser salva, a não ser a fé em Jesus. Como conseqüência da salvação temos o fruto do Espírito (Gl 5.22). A vida de santificação é resultado da nova vida em Cristo, e não um meio para a salvação. Cristianismo é religião de liberdade no Espírito e não um conjunto de regras e de ritos. Acrescentar algo mais que a fé em Jesus como condição para salvação é heresia e desvio da fé cristã (Gl 5.1-4). Mas, ir além da liberdade cristã, extrapolando os limites é libertinagem (Gl 5.13). A fé cristã requer compromissos e por isso vivemos uma vida diferente do mundo, do contrário essa fé seria superficial e não profunda, como encontramos no apóstolo Paulo (Gl 2.20). Não existe instituição sem normas, nós temos as nossas.
Quando os gentios de Antioquia se converteram à fé cristã a igreja de Jerusalém enviou Barnabé para discipular aqueles novos crentes (At 11.20-22). Ele Entendia que os costumes só devem ser mantidos quando necessários, pois ensinar costumes, culturas e tradições como condição para salvação, é heresia e caracteriza seita. Barnabé sabia que a tradição judaica era mais uma forma de manter a identidade nacional e que isso em nada implicaria na salvação desses novos crentes, portanto, não seria necessário observar o ritual da lei de Moisés (At 15.19, 20).
Os judeus não eram mais crentes do que os gentios por causa dos seus costumes e nem consideravam os gentios menos crentes do que eles. Pedro pregava aos judeus o “evangelho de circuncisão”, enquanto Paulo o da “incircuncisão”, ou seja, Pedro pregava aos judeus e Paulo aos gentios (Gl 2.7-9). Não se trata de dois evangelhos, mas de um só evangelho, apresentado de forma diferente. Isso é muito importante porque as convicções religiosas são pessoais e o apóstolo Paulo respeitava essas coisas. Havia os irmãos que achavam que devia guardar dias e se abster de certos alimentos, outros consideravam iguais todos os dias e comiam de tudo (Rm 14.1-8). Ele não procurou persuadir a ninguém dessa ou da outra maneira.
Diante disso, aprendemos que nenhum pastor deve persuadir o crente para deixar de observar os costumes da igreja. Isso é algo de foro íntimo. Da mesma forma, um não deve criticar o outro, porque o que ambos fazem é para Deus, além disso, o apóstolo via que se tratava de uma questão cultural (Rm 14.6-10). Proibições sem a devida fundamentação, principalmente bíblica, é fanatismo. Quem faz de sua religião o seu Deus não terá Deus para sua religião.
Isso nos mostra que o nossos costumes não são condição para a salvação, eles devem ser mantidos para a preservação de nossa identidade como denominação. Não devemos criticar os outros e nem forçar ninguém a crer contra suas próprias convicções religiosas. Há pastores que agridem o rebanho e desrespeitam seus companheiros porque querem demolir nosso patrimônio histórico-espiritual a todo custo. Deus quer a Assembléia de Deus como ela é, na sua maioria. As outras denominações foram chamadas como elas são, é assim que Deus quis, Ele é soberano. O mesmo Jesus que chamou Mateus disse para outros que não o seguisse. A vontade de Deus para a minha vida não a mesma para a vida de outras pessoas. Embora todos nós estejamos na direção e vontade de Deus, porém com chamadas diferente.

Da liturgia

Cada igreja tem seu público alvo que pretende alcançar. A nossa Igreja é bem conhecida em todo o país e tem sua linha traçada. As Assembléias de Deus não nasceram com projeto político, empresarial e nem com plano específico para evangelizar as elites da sociedade. O nosso projeto é ganhar o povo para Jesus e fundar igrejas locais em todos as cidades e bairros de nosso país. Foi com essa estrutura que Deus nos trouxe até aqui e nos fez a maior igreja evangélica do país.
Nós somos pentecostais clássicos, isso significa que somos modelos para os outros, são eles, portanto, eles é que devem aprender com as Assembléias de Deus e não nós com eles, em matéria de doutrina pentecostal. É muita falta de bom senso e de respeito para com nossa denominação copiar grupos neo-pentecostais que sequer sabemos quem são, nem de onde vêm e nem para onde vão.
A avalanche de igrejas neo-pentecostais com liturgias e crenças para todos os gostos, tem levado alguns de nossos líderes a se fascinarem por esses movimentos, imitando e copiando seu sistema litúrgico. Ora, quem pertence a nossa Igreja não está enganado, são crentes que sabem o que querem, que conhecem nossa doutrina, tradição, usos e costumes e com a nossa forma de adoração. É também correto afirmar que a grande maioria se sente bem em nossos cultos de adoração a Deus.
As tentativas de mudanças são sempre um fiasco porque, quem não gosta de nossa maneira de cultuar a Deus já saiu, já foi embora para outras denominações. Por que imitar e copiar outros movimentos? Se eles inventaram suas inovações, certamente as conhece muito melhor que nós. Quem procura imitar esses movimentos não se identifica com a nossa denominação e nem com a deles. Imitação sempre é imitação. Não conquista os pecadores para Cristo, pois não tem público alvo definido. Não conquista outro público porque essas pessoas já conhecem a Assembléia de Deus. Por mais que se queira provar que são outros costumes, que as coisas mudaram, não persuadir as pessoas porque a marca das Assembléias de Deus são muito fortes.

Rio de Janeiro, RJ, 16 de agosto de 1999

17/08/2010

A Ética Cristã Face A Ética Dos Homens:

Cl 2.8 Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;
FILOSOFIAS E VÃS SUTILEZAS... NÃO SEGUNDO CRISTO. Paulo nos adverte a vigiar contra todas as filosofias, religiões e tradições que destacam a importância do homem à parte de Deus e de sua revelação escrita. Hoje, uma das maiores ameaças teológicas contra o cristianismo bíblico é o "humanismo secular", que se tornou a filosofia de base e a religião aceita em quase toda educação secular e é o ponto de vista aprovado na maior parte dos meios de comunicação e diversão no mundo inteiro. (1) Que ensina a filosofia do humanismo? (a) Ensina que o homem, o universo e tudo quanto existe é apenas matéria e energia moldadas ao acaso. (b) Afirma que o homem não foi criado por um Deus pessoal, mas que resultou de um processo evolutivo. (c) Rejeita a crença num Deus pessoal e infinito, e nega ser a Bíblia a revelação inspirada de Deus à raça humana. (d) Afirma que não existe conhecimento à parte das descobertas feitas pelo homem, e que a razão humana determina a ética apropriada para a sociedade, fazendo do ser humano a autoridade máxima neste particular. (e) Procura modificar ou melhorar o comportamento humano mediante educação, redistribuição econômica, psicologia moderna ou sabedoria humana. (f) Crê que padrões morais não são absolutos, e sim relativos e determinados por aquilo que faz as pessoas sentirem-se felizes, que lhes dá prazer, ou que parece bom para a sociedade, de acordo com os alvos estabelecidos por seus líderes; deste modo, os valores e moralidade bíblicos são rejeitados. (g) Considera que a auto-realização do homem, sua auto-satisfação e seu prazer são o sumo bem da vida. (h) Sustenta que as pessoas devem aprender a lidar com a morte e com as dificuldades da vida, sem crer em Deus ou depender dEle. (2) A filosofia do humanismo começou com Satanás e é uma expressão da sua mentira de que o homem pode ser igual a Deus (Gn 3.5). As Escrituras identificam os humanistas como os que "mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador" (Rm 1.25). (3) Todos os dirigentes, pastores e pais cristãos devem envidar seus máximos esforços em proteger seus filhos da doutrinação humanista, desmascarando-lhes os erros e instilando nas mentes deles um desprezo santo pela sua influência destrutiva (Rm 1.20-32; 2 Co 10.4,5; 2 Tm 3.1-10; Jd 4-20; ver 1 Co 1.20 nota; 2 Pe 2.19 nota).

Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é "o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo absoluto”.
As diversas visões filosóficas da ética podem confundir. Entretanto, o cristão deve basear-se na Palavra de Deus para fazer o que é certo e deixar o que é errado. É a nossa regra de fé e prática. É o código de regra do Cristão, especialmente do pastor ou ministro do evangelho. A ética cristã não depende da situação, dos meios ou dos fins (ler Sl 119.105).

Ética Normativa
Ética Teleológica
Ética Situacional
Ética Moral
Ética Imoral
Ética Amoral
Baseia-se em princípios e regras morais fixas
Baseia-se na ética dos fins: “Os fins justificam os meios”.
Baseia-se nas circunstâncias. Tudo é relativo e temporal.
Ética Profissional e Ética Religiosa: A
s regras devem ser obedecidas.
Ética Econômica: O que importa é o capital.
Ética Política: Tudo é possível, pois em política tudo vale.

TEXTO ÁUREO:

Ec 12.13 De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem.Todo o livro de Eclesiastes deve-se interpretar segundo o contexto deste seu penúltimo versículo. Salomão começou com uma avaliação negativista da vida como vaidade, algo irrelevante, mas no fim ele conclui com um sábio conselho, a indicar onde se pode encontrar o sentido da vida. No temor de Deus, no amor a Ele e na obediência aos seus mandamentos, temos o propósito e a satisfação que não existem em nada mais.
Salomão reencontrou-se com DEUS no fim de sua vida e num relance de meditação em sua vida, percebe que gastou seu tempo em vaidades e que o mais importante na verdade é temer a DEUS e guardar sua palavra.Sl 111.10 O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que lhe obedecem; o seu louvor permanece para sempre.
Pv 9.10 O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e a ciência do Santo, a prudência.

VERDADE PRÁTICA:

O cristão como sal da terra e luz do mundo, não só deve ser diferente, mas seu comportamento como cristão deve ser um referencial para a sociedade.

Mt 5.13 SAL DA TERRA. Os cristãos são o sal da terra . Dois dos valores do sal são: o sabor e o poder de preservar da corrupção. O cristão e a igreja, portanto, devem ser exemplos para o mundo e, ao mesmo tempo, militarem contra o mal e a corrupção na sociedade.
(1) As igrejas mornas apagam o poder do Espírito Santo e deixam de resistir ao espírito predominante no mundo. Elas serão lançadas fora por Deus ( Ap 3.16).
(2) Tais igrejas serão destruídas, pisoteadas pelos homens (v.13); i.e., os mornos serão destruídos pelos maus costumes e pelos baixos valores da sociedade ímpia (cf. Dt 28.13,43,48; Jz 2.20-22).Jo 8.12 EU SOU A LUZ DO MUNDO. Jesus é a luz verdadeira (1.9). Ele remove as trevas e o engano, iluminando o caminho certo para Deus e a salvação.
(1) Todos que seguem a Jesus são libertos das trevas do pecado, do mundo e de Satanás. Os que ainda andam nas trevas não o seguem (cf. 1 Jo 1.6,7).
(2) "Quem me segue" é um gerúndio contendo a idéia de seguir continuamente. Jesus, na realidade, disse "seguir-me continuamente". Ele reconhecia somente o discipulado perseverante (ver 8.31 nota).
LEITURA DIÁRIA:
SEGUNDA: Mt 5.20 - O CRENTE E A JUSTIÇA
Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.SE A VOSSA JUSTIÇA. A justiça dos escribas e dos fariseus era exclusivamente exterior. Eles observavam muitas regras, oravam, cantavam, jejuavam, liam as Escrituras e freqüentavam os cultos nas sinagogas. No entanto, substituíam as atitudes interiores corretas pelas aparências externas. Jesus declara aqui que a justiça que Deus requer do crente vai além disso. O coração e o espírito, e não somente os atos externos, devem conformar-se com a vontade de Deus, na fé e no amor.
TERÇA: Mt 5.28 - O CRENTE E O PENSAMENTO
Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela.ATENTAR NUMA MULHER PARA A COBIÇAR. Trata-se de cobiça carnal, ou concupiscência (gr. epithumia). O que Cristo condena aqui não é o pensamento repentino que Satanás pode colocar na mente de uma pessoa, nem um desejo impróprio que surge de repente. Trata-se, pelo contrário, de um pensamento ou desejo errado, aprovado pela nossa vontade. É um desejo imoral que a pessoa procurará realizar, caso surja a oportunidade. O desejo íntimo de prazer sexual ilícito, imaginado e não resistido, é pecado.
(1) O cristão deve tomar muito cuidado para não admirar cenas imorais como as de filmes e da literatura pornográfica (cf. 2 Tm 2.22; Tt 2.12; Tg 1.14; 1 Pe 2.11; 2 Pe 3.3; 1 Jo 2.15,16; 1 Co 6.18; Gl 5.19, 21; Cl 3.5; Ef 5.5; Hb 13.4).
(2) Quanto a manter a pureza sexual, a mulher, igualmente como o homem, tem responsabilidade. A mulher cristã deve tomar cuidado para não se vestir de modo a atrair a atenção para o seu corpo e deste modo originar tentação no homem e instigar a concupiscência. Vestir-se com imodéstia é pecado (1 Tm 2.9; 1 Pe 3.2,3)
QUARTA: Mt 5.37 - O CRENTE E O FALAR
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.Cl 4.6 A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um. Tg 5.12 Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis nem pelo céu nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim e não, não, para que não caiais em condenação. VOSSA PALAVRA... AGRADÁVEL... COM SAL. A conversa do crente deve ser agradável, cativante, amável e graciosa. Deve ser uma linguagem originada na graça de Deus operando em nosso coração, que contenha a verdade com amor (Ef 4.15). "Temperada com sal" pode significar conversa apropriada e marcada pela pureza, em vez de corrupção (cf. Ef 4.29). A conversa com graça, no entanto, não exclui palavras enérgicas e severas, quando necessário for, para tratar com crentes falsos, inimigos da cruz (ver At 15.1,2; Gl 1.9).QUINTA: Mt 7.12 - O CRENTE E A LEI ÁUREA =
Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.Lucas 6 31 E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira fazei-lhes vós também. Levítico 19 18 Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o SENHOR. Mateus 22 40 Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. Romanos 13 8 A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. 10 O amor não faz mal ao próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor. Gálatas 5 14 Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 1 Timóteo 1 5 Ora, o fim do mandamento é a caridade de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.
SEXTA: Mt 18.22 - O CRENTE E O PERDÃO
Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete.
Mateus 6.14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Marcos 11.25 E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Colossenses 3.13 suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.QUANDO ESTIVERDES ORANDO, PERDOAI. Se o crente secretamente abrigar no seu coração animosidade ou amargura contra quem quer que seja, sua fé jamais será suficiente para a resposta às suas orações. Que nenhum cristão iluda-se neste particular.
Mt 18.35 =SE... NÃO PERDOARDES. Jesus nesta parábola ensina que o perdão divino, embora seja concedido graciosamente ao pecador arrependido, é, também, ao mesmo tempo condicional, de conformidade com a disposição do indivíduo, de perdoar ao seu próximo. Por isso, uma pessoa pode ficar sem perdão divino por ter um coração cheio de amargura, que não perdoa ao próximo (ver 6.14,15; Hb 12.15; Tg 3.14; Ef 4.31,32). Estes textos mostram que amargura, ressentimento e animosidade contra o próximo são totalmente incompatíveis com a verdadeira vida cristã, e que devem ser banidos da vida do crente.
SÁBADO: Mt 7.1 - O CRENTE E O JULGAMENTO
1 Não julgueis, apara que não sejais julgados,
NÃO JULGUEIS. Jesus condena o hábito de criticar os outros, sendo nós mesmos faltosos. O crente deve primeiramente submeter-se ao justo padrão de Deus, antes de pensar em examinar e influenciar a conduta de outros cristãos (vv. 3-5. (1) Cristo não está aqui abolindo a necessidade do exercício do discernimento e de fazermos avaliação dos pecados dos outros. O crente é ordenado a identificar falsos ministros dentro da igreja (v. 15) e avaliar o caráter de certas pessoas (v. 6; cf. Jo 7.24; 1 Co 5.12; ver Gl 1.9 nota; 1 Tm 4.1 nota; 1 Jo 4.1). (2) Mt 7.1 não deve servir de desculpa para a omissão do exercício da disciplina eclesiástica (ver 18.15 nota, sobre a disciplina na igreja).LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

Rm 14.22,23
22 Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.
1 Jo 3.21 Amados, se o nosso coração nos não condena, temos confiança para com Deus;23 Mas aquele que tem dúvidas, se come, está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado.
Tt 1.15 Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes, o seu entendimento e consciência estão contaminados.
1 Co 10.1-12; 23,31,32
1 Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem; e todos passaram pelo mar,
2 e todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar,
NÃO QUERO QUE IGNOREIS. É possível alguém ser redimido, desfrutar da graça divina, e, posteriormente, ser rejeitado por Deus, por causa de conduta pecaminosa (ver 9.27 nota). Isso passa, agora, a ser confirmado por exemplos colhidos da experiência de Israel (vv. 1-12). Aqui a figura é do batismo. Quando os Israelitas estiveram debaixo da nuvem era como hoje o cristão que está debaixo da proteção e orientação de DEUS, mas quando passaram pelo mar é como se estivessem morrendo naquele momento para começarem uma nova vida com DEUS e para DEUS,dando testemunho da fé em DEUS; figura do batismo nas águas.3 e todos comeram de um mesmo manjar espiritual,
Figura da ceia, pois o Maná que foi dado a eles no deserto simbolizava CRISTO, o pão da vida.

O Pão da Vida
Jo 6.35- E JESUS lhes disse: “Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede”.
DEUS na sua infinita sabedoria tem se revelado detalhista em seu plano de redenção, a ponto de trazer seu filho ao mundo através de uma virgem (Is 7.14), na cidade de Belém (Mq 5.2), cumprindo sua palavra nos mínimos detalhes, um exemplo disso é: Belém na língua hebraica é Bet-Léhem, que significa lugar onde se faz pão ou em nosso linguajar normal “padaria”; se nós pegarmos agora o versículo acima veremos o filho de DEUS, que nasceu num lugar chamado padaria dizendo: “Eu sou o pão da vida, aquele que vem a mim não terá fome...” Aleluia! Como nosso DEUS é maravilhoso!
É importante notarmos também que em Ex 16.4 DEUS manda ao seu povo, no deserto, o maná (Mân no hebraico), para alimento do povo por quarenta anos (Jo 6.31); DEUS fez chover do céu, não nasceu da terra como alguns incrédulos dizem, mas a Bíblia enfatiza que desceu do céu comprovando que sua origem é divina, assim como o verdadeiro alimento espiritual veio do céu para saciar e sedentar a alma do homem, JESUS CRISTO a palavra que saiu da boca de DEUS (Mt 4.4); também lembramos de Nm 11.7,8 que orienta o povo a moer, cozer, amassar, triturar e fazer bolos, depois comer o maná; significa para nós que esta palavra é para ser lida, estudada, ouvida, entendida e absorvida por aquele que se aproxima de DEUS querendo aprender Dele e conhecê-lo melhor. Isto é como ruminar [o que o boi faz com o alimento, engole e depois volta para o “livro” (parte do estômago dos animais) para ser digerida toda vitamina, bem devagar].
É importante frisarmos ainda que o maná deveria ser recolhido todos os dias, menos no sábado que era o dia de descanso; assim também nós devemos nos alimentar da palavra de DEUS todos os dias de nossas vidas até que venha o descanso, ou seja, o arrebatamento e conseqüente encontro com o Senhor JESUS CRISTO, que é nosso descanso (Mt 11.28,29).
4 e beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.
Figura do ESPÍRITO SANTO que é dado por JESUS a todo o que crê.
Jo 4.14 mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna.
5 Mas Deus não se agradou da maior parte deles, pelo que foram prostrados no deserto.
FORAM PROSTRADOS NO DESERTO. Os israelitas foram alvos da graça de Deus no Êxodo. Foram libertos da escravidão
(v. 1), batizados (v. 2), divinamente sustentados no deserto e tiveram íntima comunhão com Cristo (vv. 3,4). Mesmo assim, a despeito dessas bênçãos espirituais, deixaram de agradar a Deus e foram destruídos por Ele no deserto; perderam a sua eleição divina e, portanto, deixaram de alcançar a Terra Prometida (cf. Nm 14.30). O argumento de Paulo é que, assim como Deus não tolerou a idolatria, pecado e imoralidade de Israel, assim também Ele não tolerará o pecado dos crentes da Nova Aliança6 E essas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.
ESSAS COISAS... FEITAS EM FIGURA. O terrível juízo divino sobre os israelitas desobedientes serve de exemplo e advertência aos que estão sob a Nova Aliança, para não cobiçarem as coisas más. Paulo adverte aos coríntios que se eles forem infiéis a Deus como Israel (vv. 7-10), eles também serão julgados e não entrarão na pátria celeste prometida.7 Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber e levantou-se para folgar.
Não se interessaram em aprender do Senhor e nem de ensinar a seus filhos sobre o Senhor que lhes tirara da escravidão. Não davam honra e glória àquele que lhes tirara do Egito, antes queriam voltar para lá por causa da comida.
8 E não nos prostituamos, como alguns deles fizeram e caíram num dia vinte e três mil.
Clara referência ao episódio de Balaão e a prostituição de Israel. (Jd 1.11)
9 E não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram e pereceram pelas serpentes.
Referência à serpente de metal que foi levantada no deserto para que todo o que fosse picado pela serpente(Satanás),
olhando para a serpente levantada na haste(JESUS), fosse sarado e liberto da maldição. (Jo 3.14).
10 E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor.
A história de Coré, Datã e Abirão diz respeito a três levitas ambiciosos conspirando para obter mais poder e uma posição mais elevada para si mesmos como sacerdotes (v. 10). Desafiaram a autoridade de Moisés e a ordem divina a respeito de Arão, i.e., de ele ser o único sumo sacerdote (vv. 3-11). Assim agindo, rejeitavam a Deus e à sua Palavra revelada a respeito do dirigente designado do povo de Deus (ver 12.10 nota). Conseqüentemente, receberam da parte de Deus a justa condenação (vv. 31-35), como também a receberão todos aqueles que, no reino de Deus, "amam os primeiros lugares nas ceias, e as primeiras cadeiras" (Mt 23.6).
11 Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.
ESCRITAS PARA AVISO NOSSO. A história do julgamento divino do povo de Deus no AT ficou gravada nas Escrituras para bem advertir os crentes do NT contra o pecado e o cair da graça. Não devemos agir como os israelitas, pois se os mesmos caíram por causa de sua incredulidade, cairemos também se não tivermos fé e nos esforçarmos para ter uma vida separada do pecado.12 Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia.
OLHE... NÃO CAIA. Os israelitas, como eleitos de Deus, pensavam que poderiam entregar-se, sem perigo, ao pecado, à idolatria e à imoralidade; porém, foram julgados. Assim também, os "coríntios", da atualidade, que acreditam que podem viver satisfazendo a carne, devem se dar conta de que o juízo divino também os aguarda, caso não abandonem esses pecados.
23 Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.
Há coisas que podemos e temos o direito de fazê-las, mas se as fizermos estaremos prejudicando a obra de DEUS e isso é pecado. Devemos "crucificar" ou "esmurrar" nossa carne para que não sejamos dominados pela mesma.
TODAS AS COISAS SÃO PURAS. É provável que Paulo esteja falando a respeito da pureza ritual segundo as leis judaicas sobre alimentos (cf. Mt 15.10,11; Mc 7.15; 1 Tm 4.3-5). Alguns ensinadores estavam obcecados em fazer distinção entre comidas "puras" e "impuras" e ensinavam que a devida observância dessas coisas era essencial à verdadeira justiça. Desconheciam o verdadeiro caráter moral, a pureza interior e a justiça exterior (v. 16). Paulo ressalta que se a pessoa é moralmente pura, para ela a distinção entre comidas "impuras" e "puras" não tem importância moral. Paulo não está se referindo a coisas ou ações moralmente erradas, mas apenas à pureza cerimonial dos judeus. É evidente que as leis dietéticas dos judeus são boas e deveriam todos tomar mais cuidado com a alimentação, evitando os excessos e as coisas que fazem mal à saúde.
31 Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus.
FAZEI TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS O objetivo principal da vida do crente é agradar a Deus e promover a sua glória. Sendo assim, aquilo que não pode ser feito para a glória de Deus (i.e., em sua honra e ações de graças como nosso Senhor, Criador e Redentor) não deve ser feito de modo nenhum. Honramos a Deus mediante nossa obediência, ações de graças, confiança, oração, fé e lealdade a Ele. Viver para a glória de Deus deve ser uma norma fundamental em nossa vida, o alvo da nossa conduta, e teste das nossas ações.32 Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus.
Nossa vida é uma vidraça onde os inimigos estão a atirar pedras, sejamos pois, como que "blindados", não nos descuidando da oração, jejum e estudo da palavra de DEUS.
Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;
1 Pe 5.8

INTRODUÇÃO:
Vamos partir do princípio que a história da ética teve sua origem, pelo menos sob o ponto de vista formal, na antigüidade grega, através de Aristóteles (384 - 322 a.C.) e suas idéias sobre a ética e as virtudes éticas. Na Grécia porém, mesmo antes de Aristóteles, já é possível identificar traços de uma abordagem com base filosófica para os problemas morais e até entre os filósofos conhecidos como pré-socráticos encontramos reflexões de caráter ético, quando buscavam entender as razões do comportamento humano.
Sócrates (470-399 a.C.) considerou o problema ético individual como o problema filosófico central e a ética como sendo a disciplina em torno da qual deveriam girar todas as reflexões filosóficas. Para ele ninguém pratica voluntariamente o mal. Somente o ignorante não é virtuoso, ou seja, só age mal, quem desconhece o bem, pois todo homem quando fica sabendo o que é bem, reconhece-o racionalmente como tal e necessariamente passa a praticá-lo. Ao praticar o bem, o homem sente-se dono de si e conseqüentemente é feliz. A virtude seria o conhecimento das causas e dos fins das ações fundadas em valores morais identificados pela inteligência e que impelem o homem a agir virtuosamente em direção ao bem.
Platão (427-347 a.C.) ao examinar a idéia do Bem a luz da sua teoria das idéias, subordinou sua ética à metafísica. Sua metafísica era a do dualismo entre o mundo sensível e o mundo das idéias permanentes, eternas, perfeitas e imutáveis, que constituíam a verdadeira realidade e tendo como cume a idéia do Bem, divindade, artífice ou demiurgo do mundo.
Para Platão a alma - princípio que anima ou move o homem - se divide em três partes: razão, vontade (ou ânimo) e apetite (ou desejos). As virtudes são função desta alma, as quais são determinadas pela natureza da alma e pela divisão de suas partes. Na verdade ele estava propondo uma ética das virtudes, que seriam função da alma. Pela razão, faculdade superior e característica do homem, a alma se elevaria mediante a contemplação ao mundo das idéias. Seu fim último é purificar ou libertar-se da matéria para contemplar o que realmente é e, acima de tudo, a idéia do Bem.
Para alcançar a purificação é necessário praticar as várias virtudes que cada parte da alma possui. Para Platão cada parte da alma possui um ideal ou uma virtude que devem ser desenvolvidos para seu funcionamento perfeito. A razão deve aspirar à sabedoria, a vontade deve aspirar à coragem e os desejos devem ser controlados para atingir a temperança. Cada uma das partes da alma, com suas respectivas virtudes, estava relacionada com uma parte do corpo. A razão se manifesta na cabeça, a vontade no peito e o desejo baixo-ventre. Somente quando as três partes do homem puderem agir como um todo é que temos o indivíduo harmônico. A harmonia entre essas virtudes constituía uma quarta virtude: a justiça. Platão de certa forma criou uma "pedagogia" para o desenvolvimento das virtudes. Na escola as crianças primeiramente têm de aprender a controlar seus desejos desenvolvendo a temperança, depois incrementar a coragem para, por fim, atingir a sabedoria. A ética de Platão está relacionada intimamente com sua filosofia política, porque para ele, a polis (cidade estado) é o terreno próprio para a vida moral. Assim ele buscou um estado ideal, um estado-modelo, utópico, que era constituído exatamente como o ser humano. Assim, como o corpo possui cabeça, peito e baixo-ventre, também o estado deveria possuir, respectivamente, governantes, sentinelas e trabalhadores. O bom estado é sempre dirigido pela razão.

CORPO
ALMA
VIRTUDE
ESTADO
Cabeça
Razão
Sabedoria
Governantes
Peito
Vontade
Coragem
Sentinelas
Baixo-ventre
Desejo
Temperança
Trabalhadores
É curioso notar que, no Estado de Platão, os trabalhadores ocupam o lugar mais baixo em sua hierarquia. Talvez isto tenha ligação com a visão depreciativa que os gregos antigos tinham sobre esta atividade. A ética platônica exerceu grande influência no pensamento religioso e moral do ocidente, como teremos oportunidade de ver mais adiante.
Aristóteles (384-322 a.C.), não só organizou a ética como disciplina filosófica mas, além disso, formulou a maior parte dos problemas que mais tarde iriam se ocupar os filósofos morais: relação entre as normas e os bens, entre a ética individual e a social, relações entre a vida teórica e prática, classificação das virtudes, etc. Sua concepção ética privilegia as virtudes (justiça, caridade e generosidade), tidas como propensas tanto a provocar um sentimento de realização pessoal àquele que age quanto simultaneamente beneficiar a sociedade em que vive. A ética aristotélica busca valorizar a harmonia entre a moralidade e a natureza humana, concebendo a humanidade como parte da ordem natural do mundo, sendo portanto uma ética conhecida como naturalista. Segundo Aristóteles, toda a atividade humana, em qualquer campo, tende a um fim que é, por sua vez um bem: o Bem Supremo ou Sumo Bem, que seria resultado do exercício perfeito da razão, função própria do homem. Assim sendo, o homem virtuoso é aquele capaz de deliberar e escolher o que é mais adequado para si e para os outros, movido por uma sabedoria prática em busca do equilíbrio entre o excesso e a deficiência:
A excelência moral, então, é uma disposição da alma relacionada com a escolha de ações e emoções, disposição esta consistente num meio termo (o meio termo relativo a nós) determinado pela razão (a razão graças à qual um homem dotado de discernimento o determinaria). Trata-se de um estado intermediário, porque nas várias formas de deficiência moral há falta ou excesso do que é conveniente tanto nas emoções quanto nas ações, enquanto a excelência moral encontra e prefere o meio termo. Logo, a respeito do que ela é, ou seja, a definição que expressa a sua essência, a excelência moral é um meio termo, mas com referência ao que é melhor e conforme ao bem ela é um extremo. (ARISTÓTELES, 1992, p.42)

I- CONCEITUAÇÃO E DEFINIÇÕES

1- A Ética Como Ciência Secular:



SISTEMAS DA VISÃO FILOSÓFICA DE SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES
a) Política
Procura definir quais são o caráter, a natureza e os alvos do governo ideal ou satisfatório.
b) Lógica
Aborda os princípios do raciocínio, sua capacidades, seus erros e suas maneiras exatas de expressão."O raciocínio lógico leva você de 'a' a 'b'. A Imaginação leva você a qualquer lugar". (Albert Einstein).
c) Gnosiologia
Estuda o conhecimento em sua natureza, origem, limites, possibilidades, métodos, objetos e objetivos.
d) Estética
Procura definir qual seja o propósito ou ideal orientador das artes. (filosofia das belas-artes)
e) Metafísica
Estuda causas não materiais como DEUS, Alma, Livre Arbítrio, imortalidade, o mal, etc...
f) Ética
É a investigação no campo da conduta ou modo de viver e se comportar de maneira ideal.


2- Origem da Palavra:

Ethos (grego) = Costume, hábito, disposição.
Mos (latim) = vontade, costume, uso, regra.
Daí temos que Ética é a disposição ou vontade de se seguir bons costumes ou hábitos.

3- Definição:

Ética Cristã é o conjunto de regras de conduta, para o cristão, tendo por fundamento a palavra de DEUS. Para nós, crentes em JESUS CRISTO, o certo e o errado devem ter como base a Bíblia Sagrada, a nossa regra áurea de fé e prática.

II- VISÃO GERAL DA ÉTICA SECULAR E DA ÉTICA CRISTÃ:

Visão
Ética Secular
Ética Cristã
1- Antinomismo
Depende da pessoa e das circunstâncias. O homem é seu próprio deus. Cada um age como quer.
Pv 14.12 Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte. Devemos viver de acordo com a palavra de DEUS.
2- Generalismo
A conduta de alguém deve ser julgada de acordo com seus resultados. É o fim justificando os meios.
Mc 13.31 Passará o céu e a terra, umas as minhas palavras não passarão. Os pecados separam o homem de DEUS.

CONCLUSÃO:
Os diversos meios de se estudar e praticar a ética, na visão humana são falhos tal qual os homens; por isso devemos sempre ter como regra básica de vida e conduta, a palavra de DEUS, que é guia para nosso caminhar aqui na terra e luz para nosso caminho.
Sl 119.105 Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho.
Mq 6.8 Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benevolência, e andes humildemente com o teu Deus?
Is 58.6 Acaso não é este o jejum que escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo?


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ÉTICA DO COMPORTAMENTO CRISTÃO Pr. Elinaldo Renovato de Lima
Uma a abordagem pastoral
Introdução
O pastor tem por dever espiritual e moral só fazer as coisas certas, diante de Deus, da igreja e dos homens. O seu testemunho é fundamental para o êxito da obra que lhe é confiada pelo Senhor. Nos dias atuais, o nome do pastor tem sido grandemente desgastado com escândalos, por falta de zelo ministerial, pela nobre missão de ministro do evangelho de Cristo. É indispensável adotar princípios éticos, emanados da Palavra de Deus, para que o ministério seja abençoado. Neste estudo, abordaremos a Ética Pastoral, como parte de Ética Cristã, em alguns dos seus aspectos, não tendo a intenção de esgotar o assunto, que é amplo e complexo.
1. Conceitos
1.1 Origem da palavra ética: vem do grego, ethos, que significa costume, disposição, hábito. No latim, vem de mos, com o significado de costume, uso, regra.
1.2 Definição: “A teoria da natureza do bem e como ele pode ser alcançado”. Mostra o que é bom, mau, certo ou errado; o que deve ou não deve ser feito.
Em resumo: “A Ética é a conduta ideal do indivíduo”.
1.3 Ética Cristã: podemos dizer que é o conjunto de regras de conduta, aceitas pelos cristão, tendo por fundamento a Palavra de Deus.
1.4 Ética Pastoral: é a parte da Ética Cristã, aplicada à conduta do ministro evangélico. Pode ser entendida, também, como Ética Ministerial.
2. ABORDAGENS ÉTICAS
2.1 Antinomismo. É a falta de normas. Tudo depende das pessoas, das circunstâncias. É subjetivista: cada um faz o que entende ser o melhor sob um ponto de vista (ver Jz 17.6; 21.25).
2.2 Generalismo. Aceita normas, mas elas não devem ser universais. Baseia-se no utilitarismo. As normas só têm valor, dependendo do resultado de sua aplicação.
“Os fins justificam os meios”.
2.3 Situacionismo. É um meio-termo entre o Antinomismo e o Generalismo. O primeiro não tem regra nenhuma; o segundo tem regra pra tudo, mas não são universais. O situacionismo só tem uma regra: a do amor. Segundo eles, baseiam-se em Cristo, que resumiu a Lei (normas) numa palavra: amar a Deus e ao próximo (Mt 22.34-40). Mas admitem certas condutas discutíveis à luz da Bíblia. Ex. O adultério para salvar a família da fome.
3. Ética Cristã.
3.1 Sua Base. As diversas visões filosóficas da ética podem confundir. Entretanto, o cristão deve basear-se na Palavra de Deus para fazer o que é certo e deixar o que é errado. É a nossa regra de fé e prática. É o código de regra do Cristão, especialmente do pastor ou ministro do evangelho. A ética cristã não depende da situação, dos meios ou dos fins (ler Sl 119.105).
3.2 A Ética nos Evangelhos. No Sermão da Montanha, encontramos as REGRAS BÁSICAS do Reino de Deus, trazidas por Jesus Cristo. A Ética do Sermão do Monte e das demais partes do evangelho é tão elevada, que nem mesmo a maioria dos cristãos a têm levado à prática.
Exemplos:
- A justiça do cristão deve exceder a dos escribas e fariseus (Mt 5.20);
- Quem somente olhar para uma mulher, pensando em adulterar com ela, já adulterou (Mt 5.28).
- Só é permitido o divórcio se o cônjuge praticar infidelidade. Outro motivo não tem respaldo nas normas de Cristo (Mt 5.32;19.9);
- O falar deve ser sim, sim; não, não. O que disso passa é de procedência maligna (Mt 5.37);
- O certo é amar os inimigos, bendizer os que nos maldizem, fazer bem aos que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam (Mt 5.44);
- Cristo manda que sejamos perfeitos como é nosso Pai que está nos céus (Mt 5.48);
- Não se deve julgar os outros (Mt 7.1);
- Só devemos fazer aos homens o que queremos que eles nos façam (Mt 7.12);
- Se o irmão pecar contra nós, devemos perdoar sempre – até 70 x 7 (Mt 18.22);
- É para dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus (Mt 22.21);
- Quando o cristão der um banquete (casamento, festa de 15 anos, etc.) não deve convidar os amigos, os irmãos, os parentes, os vizinhos ricos, mas “os pobres, os mancos e cegos”(Lc 14.12-13).
3.3 A Ética nas Epistolas
1) Fazer tudo para a glória de Deus (1 Co 10.31);
2) Fazer tudo em nome de Jesus, dando graças a Deus (Cl 3.17);
3) Fazer de todo o coração, como ao Senhor (Cl 3.23);
4) Fazer o que é lícito e conveniente diante de Deus (1 Co 10.23);
5) Não dar escândalo ao mais fraco (1 Co 8.9-13);
6) Não fazer nada em caso de dúvida (Rm 14.23);
7) Lembrar que vamos dar contas a Deus de todas as nossas obras (Rm 14.11,12; Ec 11.9).
8) Evitar a aparência do mal (1 Ts 5.22).
4. Questões éticas à luz da Bíblia
Daremos, aqui, uma síntese de algumas questões éticas, com algumas respostas indicadas por certas correntes de pensamento.
4.1 O Cristão e a Guerra.
É certo um crente, militar, ir a guerra e, ali, tirar a vida de seus semelhantes, por ordem do governo de seu país? Ou, na guerra do dia-a-dia, um policial crente atirar num bandido que lhe ameaça a vida?
1) O Ativismo diz que sim. Usam o argumento bíblico de que o governo é ordenado por Deus. No VT, Deus usou a guerra para destruir povos ímpios. No Novo Testamento, Jesus manda dar a “César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22.21); Paulo diz que as autoridades são dadas por Deus e devem ser obedecidas (Rm 13.1-7).
2) O Pacifismo diz que não. Também usam a Bíblia que diz: “não matarás (Êx 20.13). A guerra, dizem, é um assassinato em massa. Jesus mandou amar os inimigos, e não matá-los (Mt 5.44). Jesus mandou Pedro guardar a espada (Mt 26.52).
3) O seletivismo diz que é certo participar de algumas guerras. Resume os argumentos anteriores, usando, também, a Bíblia. Para eles, nem sempre se deve obedecer o governo. Ex. Os três hebreus (Dn 3), Daniel (Dn 6), que não obedeceram ao rei. Os apóstolos desobedeceram a ordem de não pregar (At 4 e 5). Assim, se uma guerra não é justificada, não se deve aceitá-la; entretanto, há guerras justificáveis. Deus mandou destruir nações ímpias (Js 10.40; 20.16,17). Nações más devem ser destruídas por ordem de Deus.
4) O hierarquismo: reconhece que o governo é dado por Deus, mas não está acima de Deus (1 Pe 2.13). Entre “César” e Deus, o cristão fica com Deus. Assim, se a razão maior para a punição de um ditador, de um governante assassino, a guerra é justificável. Ex. O caso de Hitler, que foi combatido na segunda guerra mundial.
4.2 O cristão e a responsabilidade social.
Biblicamente, todo cristão tem responsabilidade social. Caim não cuidou disso. A lei áurea indica isso (Mt 7.12). O Bom Samaritano (Lc 10.30) demonstra essa responsabilidade. O cristão deve atender:
a) as suas necessidades (Ef 5.29);
b) as de sua família (1 Tm 5.8,16);
c) as dos outros irmãos (Gl 6.10; Tg 2.15,16). É preciso provar o amor (1 Jo 4.20; At 6.1).
d) responsabilidade por todos os homens: pelos pobres (Mt 26.11; 25.40); pelos oprimidos (Ez 18.5-9); perante os governos (Rm 13.7). Diante disso, o cristão deve fazer o bem sem que prejudique a si mesmo. Ex. emprestar dinheiro e prejudicar sua família; ajudar os outros deixando sua família em dificuldade. Isso não é certo, (1Tm 5.8); ganhar outros e perder sua família, como tem acontecido com muitos obreiros (1 Tm 5.8).
4.3 O cristão e o sexo.
Foi Deus quem criou o sexo. Tudo que Ele fez é bom (Gn 1.31). O sexo em si não é mal.
1) O sexo no casamento. Deus fez o sexo (o ato sexual) para ser desfrutado no âmbito exclusivo do matrimônio (Gn 2.18,24). O matrimônio deve ser venerado e a prostituição condenada (Hb 13.4).
2) O sexo fora do casamento. A prática sexual é sempre pecaminosa: fornicação, entre solteiros (Ef 5.5a; 1 Tm 1.10a; Ap 21.8a); adultério envolvendo pessoa casada (Mt 5.27; Mc 10.9; Rm 13.9); é prostituição (Dt 23.17; 1 Co 6.16); homossexualismo masculino e feminino: é abominação ao Senhor (Lv 20.13; Dt 23.17,18; 1 Co 6.9,10; Rm 1. 24-27).
3) A poligamia. Não fez nem faz parte do plano de Deus. No Velho Testamento Ele permitiu ou tolerou, mas nunca aprovou. A monogamia é que é certo. A poligamia é errada. Como Deus permitiu no Velho Testamento, hoje, também, cremos que Ele permite no caso dos países em que a mulher ficando solteira tende a ser prostituída, como em alguns lugares da África e da Ásia, onde as meninas já são dadas em casamentos a homens desde pequenas. Ali, elas são esposas e não prostitutas. Não é norma, mas exceção. O cristão não se guia por exceções. Cabe a Deus julgá-las.
4) A masturbação. Há ensinadores que dizem que não é pecado de forma alguma. Outros, dizem que é totalmente pecado. Outros, ainda, dizem, se não for por vício, mas por necessidade, torna-se moralmente justificável. De qualquer forma, é pecado, por contrariar os planos de Deus, pois o sexo não deve ser egoísta mas compartilhado com outra pessoa no âmbito do casamento; contudo, não podemos dizer que é o mesmo que adultério, prostituição etc.
4.4 O cristão e o controle da natalidade (o planejamento familiar)
Deus disse: “crescei e multiplicai-vos e enchei a terra” (Gn 1.28). Mas Deus não deu um multiplicador. Logo, ter um filho ou dois já é multiplicação. No VT não ter filhos era constrangedor (1 Sm 20).
No Novo Testamento não há referência expressa a ter ou não ter muitos filhos. Mas os filhos são galardão do Senhor (Sl 127.3). Para ter filhos, cremos que o casal deve orar muito, para que nasçam debaixo da bênção de Deus. E, para não tê-los, deve orar muito mais, para não contrariar a vontade de Deus. Devem ser considerados os fatores saúde, alimentação, educação (espiritual e secular), pois não é justo que se tragam filhos ao mundo para vê-los subnutridos, mal-educados. Isso não é amor.
A limitação de filhos por vaidade é pecado, mas por necessidade, como no caso de doença da mãe, que lhe cause risco de vida cremos ser moralmente justificável; mas isso depende da consciência de cada um diante de Deus, pois o que não é de fé é pecado (Rm 14.23).
4.5 O cristão e o aborto
A vida foi criada por Deus (Gn 1.27,28). A vida foi dada por Deus (At 17.26). Por isso, somente Deus pode tirá-la. A concepção de um ser humano é algo “terrível e maravilhoso” (Sl 139.14). Deus escolhe pessoas desde o ventre (Ex. Is 49.1; Jr 1.5; Lc 1.15; 1.31-35). Se uma mãe comete aborto, como fica o plano de Deus? Há abortos que não são pecados: natural, quando por doença, morte do feto; acidental, resultante de fatores como susto, queda, acidente etc; aborto terapêutico: para salvar a vida da mãe. Mas há abortos pecaminosos: por razões egoístas; por razões eugênicas (para evitar nascer um filho com defeito); o aborto provocado é um crime, é covardia (a vítima não pode defender-se).
4.6 O cristão e a eutanásia
Eutanásia quer dizer “boa morte”. Refere-se a tirar a vida de um doente terminal, que sofre muito, não tendo mais solução evitando prolongar sua dor, desligando aparelhos, aplicando injeção letal, etc. é certo para o cristão? A Bíblia diz: “não matarás”.
Há quem diga que deixar “morrer misericordiosamente” (Geisler) não é o mesmo que “matar misericordiosamente”. É um dilema para o cristão, pois cremos que sempre há possibilidade de que faça um milagre, mesmo no instante final e, até mesmo ressuscitar um morto. Cremos não é correto tirar a vida de ninguém que está doente, mas deve-se envidar todo esforço na tentativa de sua cura, seja por medicamentos, seja pela oração da fé (Tg 5.15,16).
4.7 O cristão e o suicídio
Há suicídio por si mesmo (egoísta) e o suicídio pelos outros (altruísta). De qualquer forma, é a destruição da vida. Só Deus pode tirá-la, pois só Ele a deu. A pessoa que deve amar a si mesmo como os outros (Mt 22.39; cf. Ef 5.29).
Há quem cite o caso de Sansão (Jz 16.30) como exemplo e suicídio aprovado por Deus. Não vemos assim. Há casos em que uma pessoa morre, sacrificando-se por outra ou por outras. Um bombeiro entra no fogo e salva várias pessoas, mas ele morre; um soldado lança-se sobre uma granada, impedindo que muitos companheiros pereçam. Isso não é suicídio. É sacrifício.
4.8 O cristão e a doação de órgãos humanos
A lei do país diz que, se a pessoa não declarar em documento, seus órgãos podem ser retirados para salvar vidas de pessoas doentes. Como o cristão deve ver isso? Há quem diga que não deve aceitar. Há quem diga que não há problema. O problema é que o cristão crê em milagre. Se um parente sofre acidente, entra em “morte cerebral”, e o enfermeiro tirar seus órgãos, não estará impedindo a possibilidade do milagre? E na ressurreição, como ficam os órgãos?
Entendemos que doar órgão é um ato de amor. E deve ser voluntário. A lei é de certa forma autoritária. Se o cristão doar seus órgãos não peca. Se não quiser doar, também não peca. Na ressurreição, não há problema, pois ressuscitaremos em “corpo glorioso”(Fp 3.21), “corpo espiritual” (1 Co 15.42,43), que não precisará de órgãos “físicos”, ainda que será o corpo sepultado que vai ressuscitar, transformado, em corpo glorioso.
4.9 O cristão e a pena de morte
No Antigo Testamento, a pena de morte era determinada por Deus (Gn 9.6; Êx 21.25; Lv 20.10). No Novo Testamento, vemos Ananias e Safira passando pela pena de morte (At 5.3). Vemos em Rm 13.1-2, que a autoridade tem o direito de trazer “a espada”, mas tudo sob a égide da autoridade dada por Deus e não por leis humanas, que são falhas. A justiça humana é falha. Há os “erros judiciários”, em que um inocente foi morto em lugar do culpado. Há as perseguições políticas, os abusos da autoridade. Assim, cremos que o cristão não deve ser favorável à pena capital, mas à prisão perpétua, em casos de crimes hediondos.
4.10 O cristão e a mentira
Geisler conta o caso do capitão Bucher, que, tendo seu navio atacado por piratas, estes o obrigaram a fazer certas confissões que não eram verdadeiras, sob pena de matar toda a tripulação. O capitão aceitou e a tripulação foi salva. Ele mentiu? Errou? Ou não?
As parteiras hebréias mentiram a Faraó, quando este mandou que elas matassem todo o varão hebreu, e Deus as abençoou por isso (Êx 1.15-21). Elas erraram? Raabe contou uma mentira para salvar os espias de Israel (Js 2.1-6). E Deus a abençoou. Nesse casos, cremos que não houve a mentira no sentido comum, de prejudicar alguém, mas “omissão da verdade” em prol de uma causa maior.
5. Ética Pastoral
5.1 Ética pastoral na família
A família, a igreja e o ministério sãos as bases de apoio do pastor. Entretanto, tudo começa na família. Com base na Bíblia, vemos a ética do pastor para com a família.
1) Governar bem a sua casa (1 Tm 3.4,5);
2) Marido de uma só mulher (1 Tm 3.2; Tt 1.6); dar tempo, amor, intimidade, companheirismo e afeto à esposa para fechar a porta às armadilhas do adultério, da infidelidade;
3) Instrutor e exemplo para os filhos (1 Tm 3.4; Tt 1.16);
4) A mulher do pastor deve ser: honesta, não maldizente, sóbria, fiel em tudo (1 Tm 3.11). O pastor é o líder. Deve orientar a esposa nesse sentido.
5.2 A ética pastoral nas finanças
1) Fidelidade na entrega do dízimo. O pastor deve dar o exemplo (Ml 3.10; Tg 2.12);
2) Fidelidade na administração dos dízimos e ofertas da igreja (3 Jo 5; At 20.33; 1 Tm 6.10; 2 Pe 2.3);
3) O obreiro é digno do seu salário e não do tesouro da igreja (Lc 10.7; 1 Tm 5.18);
4) Ter cuidado com as dívidas. Não gastar além de sua renda. Ser pontual nos pagamentos dos compromissos financeiros;
5) Não ter amor ao dinheiro, e jamais admitindo que o fator financeiro seja mais importante na aceitação de um trabalho ministerial;
5.3 Ética pastoral geral
Não há pastor perfeito. Um planta, outro rega, e outro colhe, mas Deus é que dá o crescimento à obra (Cf 1 Co 6.3,7).
5.3.1 O relacionamento com antecessor
1) Mostrar cortesia e respeito ao seu antecessor;
2) Não ter ciúme do seu antecessor, ao saber que a igreja tem por ele amor e consideração;
3) Só se referir ao ministério do antecessor, no púlpito, se for em relação a coisas positivas;
4) Não criticar o antigo pastor, mesmo que ele tenha falhado;
5) Dar honra e consideração ao obreiro que o antecedeu; quando oportuno, convidá-lo para estar presente à igreja, para orar ou para pregar;
5.3.2 Relacionamento com o sucessor
1) Não criticar o sucessor; se possível, fazer elogios ao mesmo, se não, evitar comentários desabonadores a seu respeito; (logo ele vai saber);
2) Não criticar os métodos de trabalho do sucessor;
3) Preparar a igreja para receber o novo pastor, orando por ele;
4) Ao deixar o pastorado, não interferir na administração do sucessor;
5) Só aceitar pregar ou realizar qualquer cerimônia a seu convite, ou com sua aprovação;
6) Subestimar o sucessor por não ter os conhecimentos ou cursos que possui;
7) Não deixar dívidas para o sucessor pagar, exceto se lhe der conhecimento, por compromissos aprovados pela igreja.
5.3.3 Relacionamento com os colegas de ministério
1) Não criticar os colegas, sem amor e sem conhecimento de fatos a seu respeito;
2) Ter respeito e consideração aos colegas idosos, doentes ou jubilados;
3) Não desconsiderar colegas por motivos sociais, econômicos ou raciais;
4) Só discordar dos colegas com elegância, respeito e amor;
5) Cooperar com os colegas sempre que possível;
6) Não fazer proselitismo na igreja dirigida por outro colega;
7) Não dar apoio a membros disciplinados por um colega, a menos que seja resolvida sua situação disciplinar;
8) Só pregar ou realizar cerimônia em igreja dirigida por outro colega, a seu convite ou com sua aprovação;
9) Receber de bom grado o conselho de um colega, quando isso for necessário;
10)Não passar adiante notícia desabonadora a um colega sem estar certo da veracidade do fato. Se a notícia for verdadeira, não agir como mexeriqueiro;
11)Não ter inveja do ministério fecundo do colega; orar por ele que Deus o continue abençoando;
12)Ser leal e cooperar com a convenção de ministros a que estiver vinculado.
5.3.4 Relacionamento com a igreja a que serve
1) Usar conscientemente o tempo do seu pastorado; não se ausentar excessivamente para atender compromissos ou viagens; a igreja o mantém para que a sirva com amor e dedicação;
2) Esforçar-se para dar à igreja o melhor alimento espiritual de que ela necessita, tomando tempo para orar e preparar mensagens edificantes;
3) Zelar pela doutrina, pelos usos e costumes e normas, defendidos pela igreja;
4) Ao exortar, fazê-lo sempre com “longanimidade e doutrina”;
5) Zelar pela evangelização, buscando o crescimento da igreja, sem faltar com o respeito a outros grupos denominacionais;
6) Dar atenção especial aos novos convertidos, propiciando-lhes a necessária assistência de que necessitem em seu discipulado;
7) Zelar pela vida espiritual das crianças, dos adolescentes e jovens, dos adultos, não fazendo discriminação por causa de faixa etária;
8) Respeitar todos os lares em que entrar;
9) Só visitar uma pessoa do sexo feminino, se estiver acompanhado de sua esposa; ou se for senhora casada, se o esposo desta estiver em casa;
10)Sob nenhuma circunstância, revelar segredos que lhe forem confiados;
11)No aconselhamento, ter o cuidado para não envolver-se emocional, sentimental ou sexualmente com a pessoa aconselhada;
12)Ser equânime no tratamento com os membros da igreja, jamais fazendo acepção de pessoas, seja por receber presentes delas, seja por entregarem dízimos ou ofertas generosas;
13)Não se afastar para viagem ou outro motivo, sem dar conhecimento prévio à igreja;
14)Não assumir compromissos financeiros pela igreja sem sua autorização;
15)Não utilizar o dinheiro da igreja em benefícios pessoais, sem a autorização da mesma, mesmo que seja para repô-lo depois;
16)Não envolver-se nem envolver a igreja com candidatos ou partidos políticos.
BIBLIOGRAFIA
- Bíblia Sagrada, ERC. Editora Vida, ed.1982
- Carlson, Raymond e outros. O Pastor Pentecostal. Casa Publicadora das Assembléias de Deus, Rio, 1999
- Champlins e Bentes, Enciclopédia da Bíblia, Teologia e Filosofia. Candeia, São Paulo, 1995
- Ferreira, Ebenézer Soares. Manual da Igreja e do Obreiro. Juerp, Rio, 1982.
- Geisler, Norman. Ética Cristã. Vida Nova, São Paulo, 1988
- Mac Arthur Jr, John. Ministério Pastoral. Casa Publicadora das Assembléias de Deus, Rio, 1999.

Veja também:
http://www.armazemnadia.com.br/henrique/MENSAGEI.HTM

SANTIDADE E SANTIFICAÇÃO ESTÃO FORA DE MODA? Pr. Elinaldo Renovato de Lima
INTRODUÇÃO
Ainda se pode falar em santidade? Em santificação? Ou estas palavras estão fora de moda? Até onde se percebe, muitos obreiros não estão mais falando nesses assuntos, no púlpito. Parece que estamos vivendo a era da "mundialização" eclesial. Há uma perda de identidade muito grande por parte de igrejas, que antes eram bem conhecidas por sua liturgia, postura, valores, cultura, história, não só em termos de usos e costumes, mas de ética, moral e santidade. Estamos assistindo à maior avalanche da influência do mundo sobre as igrejas, de que se tem conhecimento.E isso não é bom, pois o que deveria ocorrer seria o contrário, ou seja, a influência das igrejas sobre o mundo. De propósito, estamos utilizando o termo igrejas (no plural) e não igreja, no singular, para que os conceitos aqui abordados não venham a ser aplicados à Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. As igrejas mudam. A Igreja, não. Como "sal da terra" e "luz do mundo"
(Mt 5.13-16), os crentes deveriam exercer uma influência maior sobre a sociedade em que estão inseridos. Certamente, esta influência existe e é muito benéfica, pois são inúmeros os testemunhos de vidas transformadas pela pregação da palavra de Deus.Entretanto, o nível dessa influência parece que tem diminuído à proporção que o tempo passa, e nos aproximamos celeremente do Terceiro Milênio. A corrupção, no País, aumenta; a depravação, também. Precisamos ser "irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus, inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual" resplandeçamos "como astros no mundo"
(Fp 2.15). Para que isso aconteça, precisamos de pastores santos, educadores santos, empresários santos, professores e alunos santos, militares santos, jovens e adultos, santos.O Espírito Santo exorta, através de S. Pedro, que "como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: sede santos, porque eu sou santo" (1 Pe 1.13-16).Sem incorrer na generalização, que seria injusta, pode-se ver que essa santificação "em toda a maneira de viver" não tem sido praticada em muitas denominações, igrejas e ministérios. A influência profana tem invadido muitas áreas da vida eclesiástica.Na área do louvor, o que se assiste é uma onda de imitação dos estilos mundanos, nas letras, no ritmo, na melodia. Basta ligar o televisor, e lá está um conjunto, integrado por moças em trajes sensuais; rapazes de brinco na orelha, muitas vezes apresentando-se com danças e coreografias, que produzem um efeito muito mais artístico do que espiritual sobre a platéia. A Palavra de Deus clama por um louvor santo. Os chamados "shows" , os "louvorzões", a nosso ver, chamam muito mais a atenção para os cantores, grupos e bandas, do que para a pessoa quem se deveria dirigir a adoração, que é nosso Senhor Jesus Cristo. Nota-se que existe um verdadeiro "culto ao barulho", em que se destacam muito mais a bateria, com os instrumentos de percussão em alto volume, em detrimento da melodia e da mensagem aos ouvintes. Isso é imitação dos roqueiros, que não fazem questão de que as letras das músicas sejam entendidas. O que importa é o barulho, o ritmo. Não é à toa que o Senhor diz, através do profeta:"Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias dos teus instrumentos" (Am 5:23).Na pregação, vêem-se preletores que se esforçam para passar uma mensagem técnica, "enlatada", preparada para ser consumida ao gosto dos ouvintes. Às vezes, são mensagens agressivas, atacando pastores; às vezes, são mensagens demagógicas, para agradar ao público. Será isso pregação santa? No comportamento de muitos crentes a falta de santificação é tanta, que já é grande a lista de pessoas evangélicas, inscrita no Serviço de Proteção ao Crédito, por comprarem e não pagarem, em empresas de evangélicos e de não-evangélicos, causando escândalo ao bom nome do Senhor.No casamento, que deveria ser venerado por todos (Hb 13.4), há uma profanação tremenda em muitos lares. Esposos não amam as respectivas esposas, e vice-versa, contrariando a Bíblia. Em muitos lares, pais não amam os filhos e vice-versa, gerando, em lares, verdadeiro campo de batalha, levando o descrédito ao poder transformador do evangelho. O lar deve ser santo. Os seus integrantes devem buscar a santificação (Hb 12.14), para que seja uma continuação da igreja, e a igreja uma continuação dos lares. Infelizmente, há mais televisores ligados, em casas de crentes, do que Bíblias abertas. Há mais crentes assistindo programas de entretenimento do que realizando o Culto Doméstico. Não é sem razão, que o número de divórcios entre evangélicos está aumentando assustadoramente. É a falta de santificação das relações conjugais, do relacionamento entre pais e filhos, que tiram as casas da rocha e as põem sobre a areia movediça do modernismo, do liberalismo e do relativismo. Mas, com fé na Palavra de Deus, cremos que a orientação de S.Pedro é muito válida para a preservação da qualidade de vida dos crentes de hoje. Ele nos exorta a cingir os entendimentos, como filhos obedientes, e não nos conformarmos com as concupiscências mundanas, e a sermos santos em toda a nossa maneira de viver, ou seja, em todas as áreas de nossa vida, seja espiritual, emocional, familiar, profissional, financeira, etc.Assim, falar em santidade e santificação não deve estar fora de moda. Foi, é e será sempre uma mensagem atual e indispensável, para que os cristãos cumpram o seu papel, como "sal da terra" e "luz do mundo", "porquanto escrito está: sede santos, porque eu sou santo".

Perguntas sobre Ética Cristã
01 - DEUS PERMITE O DIVÓRCIO?Em princípio, o casamento é indissolúvel: "O que Deus ajuntou não o separe o homem". Todavia, em caso de prostituição de um dos cônjuges (adultério ou qualquer outro tipo de imoralidade sexual), Deus permite a separação, se esta for a vontade do cônjuge ofendido. Havendo perdão entre as partes, nada impede de continuarem juntos (Mateus 19.9; Lucas 16.18). Os casamentos hoje em dia são desfeitos por qualquer banalidade. Muitas vezes o motivo maior é o fim do amor: os dois chegam à conclusão que não se amam mais. Isto acontece quando a união do casal não é alimentada pela fonte inesgotável do amor de Deus.
02 - EM QUE CIRCUNSTÂNCIA DEUS CONDENA O ABORTO?Abortar é tirar a vida de uma criança em desenvolvimento. A vida de uma pessoa inicia-se na fecundação do óvulo. Ali é plantada a semente. No período de oito semanas, o não nascido é chamado de embrião. Após esse tempo, é conhecido por feto. Embrião ou feto são etapas da vida de uma criança. O sexto Mandamento proíbe o homicídio: "Não matarás". Assim é pecado abortar, seja para controlar a natalidade, seja para corrigir uma gravidez não desejada.
03 - E AS CARÍCIAS ENTRE NAMORADOS OU NOIVOS?São impurezas para Deus. Não convém aos santos "ver a nudez" ou "descobrir a nudez" de outrem, a não ser do cônjuge. As carícias ou práticas libidinosas contrariam os padrões de moralidade exigidos por Deus. Devemos manter o nosso corpo em santificação e honra porque o Espírito Santo habita em nós, isto é, nos que aceitaram a Jesus como Senhor e Salvador. (Levítico 18.6-17; Mateus 5.28; Gálatas 5.19; 1 Tessalonicenses 4.3-7).
04 - EM QUE SITUAÇÃO O SEXO É PECADO?A relação sexual ENTRE NÃO CASADOS é pecado, ainda que sejam namorados, noivos ou comprometidos. O ADULTÉRIO, proibido pelo sétimo Mandamento (Êxodo 20.14), abrange os vários tipos de imoralidade e pecados sexuais. Lembramos que entre casados nem tudo é permitido, como é o caso de sexo anal. O homossexualismo masculino ou feminino (sexo entre homens ou entre mulheres) é pecado. Deus criou macho e fêmea e os uniu pelo casamento (Gênesis 2.24). Homens e mulheres, adolescentes, jovens e adultos, devem permanecerem puros, abstendo-se de qualquer atividade sexual que não seja no casamento. "Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula, pois aos devassos e adúlteros Deus os julgará". (Hebreus13.4). "Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o que se prostitui peca contra seu próprio corpo". (1 Coríntios 6.18).
05 - SEXUALIDADE É BÊNÇÃO OU MALDIÇÃO?Sexualidade (Dicionário Aurélio): "Qualidade de sexual. O conjunto dos fenômenos da vida sexual. Sexo". Somos seres sexuados, seres que possuem órgãos sexuais, órgãos específicos na mulher e no homem destinados à reprodução da espécie. Todos nós possuímos sexualidade, possuímos sexo. E essa capacidade de reprodução da espécie foi-nos dada por Deus, quando nos criou. Deus nos criou assim. E mais: para que a espécie humana continuasse se multiplicando, Deus fez com que o ato sexual fosse prazeroso, agradável, e servisse, também, para que o casal (marido/mulher) tivesse interesse um pelo outro, e mantivesse laços conjugais cada vez mais fortes. Por tudo isso devemos dar graças a Deus. Não só pelo sexo, pela sexualidade, mas devemos dar graças pelos nossos sentidos, nossa capacidade de planejar, de pensar, de raciocinar, de amar: "EM TUDO DAI GRAÇAS, POIS ESTA É A VONTADE DE DEUS EM CRISTO JESUS PARA CONVOSCO" (1 Timóteo 5.18). Nesse sentido, a sexualidade é uma bênção. Quando Deus concluiu sua obra-prima, o homem, Ele disse que o que havia feito ERA MUITO BOM (Gênesis 1.31). Portanto, tudo de que dispomos para viver é ótimo. Todavia, assim como há homens que usam as mãos para roubar, torturar, matar, e oferecer iguarias aos demônios; os olhos para ver coisas impuras e contemplar outros deuses; os ouvidos para ouvir palavras imorais e músicas profanas; o coração para odiar o próximo, e adorar ídolos, da mesma forma muitos usam a sexualidade de forma pervertida: homens com homens e mulheres com mulheres numa relação sexual vergonhosa, imoral e proibida por Deus; ou usam sua sexualidade por puro prazer, fora do compromisso de uma vida conjugal estável. Assim usada, a sexualidade é pecado, por tratar-se de uma impureza e imoralidade.
06 - SENSUALIDADE É PECADO?Em primeiro lugar, interessa-nos saber o que é sensualidade. O Dicionário Aurélio diz : Sensualidade é amor aos prazeres materiais. O dicionário da Bíblia On-line diz: Sensualidade é lascívia (conduta vergonhosa, como imoralidade, imoralidade sexual, libertinagem, luxúria). Gálatas 5.19 inclui a sensualidade como obra da carne: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, facções, invejas, bebedices, orgias, e coisas semelhantes a estas, as cercas das quais vos declaro, como já antes vos preveni, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”. Ver Marcos 7.22; Romanos 1.27 (homossexualismo). Tudo isso e mais alguma coisa é SENSUALIDADE. Não se deve relacionar sensualidade apenas com sexo, que, se praticado licitamente, ou seja, entre casados, não é pecado. Sexo realizado fora do leito conjugal é adultério (Hebreus 13.4).
07 - PIADAS EVANGÉLICAS: DEVEMOS EVITÁ-LAS?Um dos argumentos dos que julgam não existir qualquer problema em se contar/ouvir piadas é o de que o riso é bom para a saúde, e elas nos proporcionam alegria. Há uma grande diferença entre riso e alegria. O riso poderá se transformar até numa gargalhada quando a piada é forte e bem bolada, mas o coração poderá continuar triste. Nem sempre os palhaços são pessoas felizes e alegres, apesar dos risos que provocam. A alegria está no coração, e devemos buscá-la no Senhor: "Não tenho maior alegria do que esta: a de ouvir que os meus filhos andam na verdade" (3 João 4). "O reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo"(Romanos 14.17). Alegria maior é servir ao Senhor e andar segundo os seus estatutos (Salmos 37.4). Maria declarou que a sua alma engrandecia ao Senhor, e seu espírito se alegrava em Deus seu Salvador (Lucas 1.46-47).
A prática de piadas é incompatível com uma vida cristã e santa. A verdade é que as piadas não convêm aos santos. Às vezes surgem piadas envolvendo irmãos de outras denominações, envolvendo pastores e a Palavra Sagrada. Contudo, Deus recomenda santidade: "Sede santos, porque eu sou santo" ( 1 Pedro 1.16). Paulo disse: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm.. eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" (1 Coríntios 6.12). As piadas estão mais ligadas às obras da carne do que às do espírito recriado (Gálatas 5.19). Eis a questão: dominar/refrear a natureza pecaminosa.
Não raro as piadas envolvem mexericos, zombaria, malícia, escárnio, desprezo pelo ser humano, e muita imoralidade quando resvalam para o plano sexual. Não são recomendáveis para quem busca a santificação. Poderíamos imaginar Jesus chamando os apóstolos para uma seção de risos e piadas, para descontrair, após um dia de trabalho? Claro que não. Poderíamos imaginar uma sessão de piadas evangélicas após um culto de louvor e adoração a Deus? Não duvido de que isto esteja ocorrendo alhures! Ora, no que pudermos, devemos ser imitadores de Cristo: "Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo" (1 Coríntios 11.1).
A maioria das piadas é mentira, estórias inventadas. Quando surgem de um fato verídico, servem para ridicularizar as pessoas envolvidas. Ora, Deus não aprova a mentira: “Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo... e não deis lugar ao diabo. Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, conforme a necessidade, para que beneficie aos que a ouvem” (Efésios 4.25,27,29). As piadas nada acrescentam de bom à nossa vida espiritual.
E as piadas na televisão? Para quem gosta, os programas televisivos estão aí com muitas piadas para o deleite de muitos. É só ligar-se na telinha, aos domingos, dar gostosas gargalhadas, e descontrair-se. A carne agradece. Todavia, tal prática é contra a Palavra de Deus: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite” (Salmos 1.1-2). Ligar o televisor com esse fim é o mesmo que juntar-se com os escarnecedores, trazê-los para nossa casa, aplaudi-los e concordar com suas zombarias e obscenidades. Não devemos colocar coisas impuras diante de nossos olhos (Salmos 101.3)
Alguns diriam: "Mas assim é difícil ser cristão"! Quem falou que é fácil? Vejam que Jesus falou em carregar cada um a sua cruz e seguir um caminho estreito, que leva a uma porta estreita; ensinou-nos a amar nossos inimigos e por eles orar. E disse que seríamos perseguidos e odiados por causa do Seu nome. É fácil?

Resumo geral sobre Ética:
Integridade e ética (Barsa)
Que virtude deve guiar nossa vida? Por quê? Pv 11.3
Há pessoas que são desonestas mas parecem prosperar. Como você explica isto a um cristão que está lutando?
Como adquiro aqueles relacionamento especial com Cristo que pode ajudar-me a manter a integridade cristã quando estou sendo pressionado por amigos não-cristãos e pela TV a agir de outra forma?
Como ajo diante de alguém que não cumpre suas promessas? Como Cristo age para comigo?
Pv 11.3 é um conselho duro vindo de um Deus amoroso! Mas a realidade é que se os cristãos não têm integridade, sua missão num mundo pecaminoso é inútil. A integridade envolve a adesão a um certo conjunto de valores morais e a capacidade de praticá-los consistentemente em nossa vida diária.
Uma das coisas mais difíceis de se fazer é preservar os princípios da fé cristã numa sociedade que rejeitou a moralidade cristã. Quando estamos com amigos que não têm as mesmas crenças que nós, é difícil manter a lealdade às leis cristãs, mas quando defendemos o que é certo, a integridade é naturalmente o resultado final.
Para o cristão, a integridade não pode existir à parte da ética. O que torna o cristianismo singular num mundo cheio de idéias e filosofias é que Cristo é o centro de nossa visão do mundo. Sem Cristo e os princípios de Seu reino, nossas decisões na vida deixam de afetar os que estão ao nosso redor. A integridade cristã é não apenas praticar a justiça e a honestidade, mas também expressar um amor divino que aceita as pessoas como são atualmente em sua posição social. Partilhando nossa felicidade e paz em Cristo, podemos tornar a integridade atrativa neste mundo de mudanças rápidas. O desafio para os cristãos que crêem em Jesus Cristo é serem luzes, não juízes – modelos, não críticos.
Os Cumpridores de Promessas são um movimento masculino na comunidade cristã que procura levar os homens a um relacionamento mais chegado com Jesus Cristo. Um dos pontos fortes da organização é que ela não só encoraja os homens a fazerem promessas em seus relacionamentos, mas a cumprirem suas promessas. O cristianismo diz respeito a criar nos outros a confiança. Quando os outros sabem que podem depender de você, respeitam seus conselhos. Cumpra suas promessas. Mostre aos outros como o cristianismo pode ir ao encontro da situação deles e a fé que você tem se torna eficaz e relevante. Suas crenças não só emanam de um Livro antigo, mas sob o poder do Espírito Santo se tornam uma verdadeira força de mudança na vida daqueles que não conhecem Jesus Cristo.
Precisamos nos desafiar a permanecer próximos de Cristo, pedindo-Lhe que nos ajude a compreender a difícil situação dos outros, e a reagir de uma forma que aumente a credibilidade e a integridade da causa de Cristo.
Dica: Procure a palavra integridade numa concordância bíblica. Leia as passagens que encontrar. Discuta com um amigo o que os incidentes mencionados nas passagens têm em comum.Darryl Pearcey, St. John’s, Newfoundland, Canadá
A finalidade dos códigos morais é reger a conduta dos membros de uma comunidade, de acordo com princípios de conveniência geral, para garantir a integridade do grupo e o bem-estar dos indivíduos que o constituem. Assim, o conceito de pessoa moral se aplica apenas ao sujeito enquanto parte de uma coletividade.Ética é a disciplina crítico-normativa que estuda as normas do comportamento humano, mediante as quais o homem tende a realizar na prática atos identificados com o bem. Interiorização do dever. A observação da conduta moral da humanidade ao longo do tempo revela um processo de progressiva interiorização: existe uma clara evolução, que vai da aprovação ou reprovação de ações externas e suas conseqüências à aprovação ou reprovação das intenções que servem de base para essas ações. O que Hans Reiner designou como "ética da intenção" já se encontra em alguns preceitos do antigo Egito (cerca de três mil anos antes da era cristã), como, por exemplo, na máxima "não zombarás dos cegos nem dos anões", e do Antigo Testamento, em que dois dos dez mandamentos proíbem que se deseje a propriedade ou a mulher do próximo.Todas as culturas elaboraram mitos para justificar as condutas morais. Na cultura do Ocidente, são familiares a figura de Moisés ao receber, no monte Sinai, a tábua dos dez mandamentos divinos e o mito narrado por Platão no diálogo Protágoras, segundo o qual Zeus, para compensar as deficiências biológicas dos humanos, conferiu-lhes senso ético e capacidade de compreender e aplicar o direito e a justiça. O sacerdote, ao atribuir à moral origem divina, torna-se seu intérprete e guardião. O vínculo entre moralidade e religião consolidou-se de tal forma que muitos acreditam que não pode haver moral sem religião. Segundo esse ponto de vista, a ética se confunde com a teologia moral. História. Coube a um sofista da antiguidade grega, Protágoras, romper o vínculo entre moralidade e religião. A ele se atribui a frase "O homem é a medida de todas as coisas, das reais enquanto são e das não reais enquanto não são." Para Protágoras, os fundamentos de um sistema ético dispensam os deuses e qualquer força metafísica, estranha ao mundo percebido pelos sentidos. Teria sido outro sofista, Trasímaco de Calcedônia, o primeiro a entender o egoísmo como base do comportamento ético.Sócrates, que alguns consideram fundador da ética, defendeu uma moralidade autônoma, independente da religião e exclusivamente fundada na razão, ou no logos. Atribuiu ao estado um papel fundamental na manutenção dos valores morais, a ponto de subordinar a ele até mesmo a autoridade do pai e da mãe. Platão, apoiado na teoria das idéias transcendentes e imutáveis, deu continuidade à ética socrática: a verdadeira virtude provém do verdadeiro saber, mas o verdadeiro saber é só o saber das idéias. Para Aristóteles, a causa final de todas as ações era a felicidade (eudaimonía). Em sua ética, os fundamentos da moralidade não se deduzem de um princípio metafísico, mas daquilo que é mais peculiar ao homem: razão (logos) e atuação (enérgeia), os dois pontos de apoio da ética aristotélica. Portanto, só será feliz o homem cujas ações sejam sempre pautadas pela virtude, que pode ser adquirida pela educação.A diversidade dos sistemas éticos propostos ao longo dos séculos se compara à diversidade dos ideais. Assim, a ética de Epicuro inaugurou o hedonismo, pelo qual a felicidade encontra-se no prazer moderado, no equilíbrio racional entre as paixões e sua satisfação. A ética dos estóicos viu na virtude o único bem da vida e pregou a necessidade de viver de acordo com ela, o que significa viver conforme a natureza, que se identifica com razão. As éticas cristãs situam os bens e os fins em Deus e identificam moral com religião. Jeremy Bentham, seguido por John Stuart Mill, pregou o princípio do eudemonismo clássico para a coletividade inteira. Nietzsche criou uma ética dos valores que inverteu o pensamento ético tradicional e Bergson estabeleceu a distinção entre moral fechada e moral aberta: a primeira conservadora, baseada no hábito e na repetição, enquanto que a outra se funda na emoção, no instinto e no entusiasmo próprios dos profetas, santos e inovadores.Até o século XVIII, com Kant, todos os filósofos, salvo, até certo ponto, Platão, aceitavam que o objetivo da ética era ditar leis de conduta. Kant viu o problema sob novo ângulo e afirmou que a realidade do conhecimento prático (comportamento moral) está na idéia, na regra para a experiência, no "dever ser". A vontade moral é vontade de fins enquanto fins, fins absolutos. O ideal ético é um imperativo categórico, ou seja, ordenação para um fim absoluto sem condição alguma. A moralidade reside na máxima da ação e seu fundamento é a autonomia da vontade. Hegel distinguiu moralidade subjetiva de moralidade objetiva ou eticidade. A primeira, como consciência do dever, se revela no plano da intenção. A segunda aparece nas normas, leis e costumes da sociedade e culmina no estado.Objeto e ramos da ética. Três questões sempre reaparecem nos diversos momentos da evolução da ética ocidental: (1) os juízos éticos seriam verdades ou apenas traduziriam os desejos de quem os formula; (2) praticar a virtude implica benefício pessoal para o virtuoso ou, pelo menos, tem um sentido racional; e (3) qual é a natureza da virtude, do bem e do mal. Diversas correntes do pensamento contemporâneo (intuicionismo, positivismo lógico, existencialismo, teorias psicológicas sobre a ligação entre moralidade e interesse pessoal, realismo moral e outras) detiveram-se nessas questões. Como resultado disso, delimitaram-se os dois ramos principais da ética: a teoria ética normativa e a ética crítica ou metaética.A ética normativa pode ser concebida como pesquisa destinada a estabelecer e defender como válido ou verdadeiro um conjunto completo e simplificado de princípios éticos gerais e também outros princípios menos gerais, importantes para conferir uma base ética às instituições humanas mais relevantes.A metaética trata dos tipos de raciocínio ou de provas que servem de justificação válida dos princípios éticos e também de outra questão intimamente relacionada com as anteriores: a do "significado" dos termos, predicados e enunciados éticos. Pode-se dizer, portanto, que a metaética está para a ética normativa como a filosofia da ciência está para a ciência. Quanto ao método, a teoria metaética se encontra bem próxima das ciências empíricas. Tal não se dá, porém, com a ética normativa.Desde a época em que Galileu afirmou que a Terra não é o centro do universo, desafiando os postulados ético-religiosos da cristandade medieval, são comuns os conflitos éticos gerados pelo progresso da ciência, especialmente nas sociedades industrializadas do século XX. A sociologia, a medicina, a engenharia genética e outras ciências se deparam a cada passo com problemas éticos. Em outro campo da atividade humana, a prática política antiética tem sido responsável por comoções e crises sem precedentes em países de todas as latitudes.Ética Barsa Consultoria Editorial Ltda.

PADRÕES DE MORALIDADE SEXUAL (CD CPAD BEP)Hb 13.4 “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará”.O crente, antes de mais nada, precisa ser moral e sexualmente puro (cf. 2Co 11.2; Tt 2.5; 1Pe 3.2). A palavra “puro” (gr. hagnos ou amiantos) significa livre de toda mácula da lascívia. O termo refere-se a abstenção de todos os atos e pensamentos que incitam desejos incompatíveis com a virgindade e a castidade ou com os votos matrimoniais da pessoa. Refere-se, também, ao domínio próprio e a abstenção de qualquer atividade sexual que contamina a pureza da pessoa diante de Deus. Isso abrange o controle do corpo “em santificação e honra” (1Ts 4.4) e não em “concupiscência” (4.5). Este ensino das Escrituras é tanto para os solteiros, como para os casados. No tocante ao ensino bíblico sobre a moral sexual, vejamos o seguinte:
(1) A intimidade sexual é limitada ao matrimônio. Somente nesta condição ela é aceita e abençoada por Deus (ver Gn 2.24; Ct 2.7 nota; 4.12 nota). Mediante o casamento, marido e mulher tornam-se uma só carne, segundo a vontade de Deus. Os prazeres físicos e emocionais normais, decorrentes do relacionamento conjugal fiel, são ordenados por Deus e por Ele honrados.
(2) O adultério, a fornicação, o homossexualismo, os desejos impuros e as paixões degradantes são pecados graves aos olhos de Deus por serem transgressões da lei do amor (Êx 20.14 nota) e profanação do relacionamento conjugal. Tais pecados são severamente condenados nas Escrituras (ver Pv 5.3 nota) e colocam o culpado fora do reino de Deus (Rm 1.24-32; 1Co 6.9,10; Gl 5.19-21).
(3) A imoralidade e a impureza sexual não somente incluem o ato sexual ilícito, mas também qualquer prática sexual com outra pessoa que não seja seu cônjuge. Há quem ensine, em nossos dias, que qualquer intimidade sexual entre jovens e adultos solteiros, tendo eles mútuo “compromisso”, é aceitável, uma vez que não haja ato sexual completo. Tal ensino peca contra a santidade de Deus e o padrão bíblico da pureza. Deus proíbe, explicitamente, “descobrir a nudez” ou “ver a nudez” de qualquer pessoa a não ser entre marido e mulher legalmente casados (Lv 18.6-30; 20.11, 17, 19-21; ver 18.6 nota).
(4) O crente deve ter autocontrole e abster-se de toda e qualquer prática sexual antes do casamento. Justificar intimidade premarital em nome de Cristo, simplesmente com base num “compromisso” real ou imaginário, é transigir abertamente com os padrões santos de Deus. É igualar-se aos modos impuros do mundo e querer deste modo justificar a imoralidade. Depois do casamento, a vida íntima deve limitar-se ao cônjuge. A Bíblia cita a temperança como um aspecto do fruto do Espírito, no crente, i.e., a conduta positiva e pura, contrastando com tudo que representa prazer sexual imoral como libidinagem, fornicação, adultério e impureza. Nossa dedicação à vontade de Deus, pela fé, abre o caminho para recebermos a bênção do domínio próprio: “temperança” (Gl 5.22-24).
(5) Termos bíblicos descritivos da imoralidade e que revelam a extensão desse mal.
(a) Fornicação (gr. porneia). Descreve uma ampla variedade de práticas sexuais, pré ou extramaritais. Tudo que significa intimidade e carícia fora do casamento é claramente transgressão dos padrões morais de Deus para seu povo (Lv 18.6-30; 20.11,12, 17, 19-21; 1Co 6.18; 1Ts 4.3).
(b) A lascívia (gr. aselgeia) denota a ausência de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo domínio próprio que leva à conduta virtuosa (ver 1Tm 2.9 nota, sobre a modéstia). Isso inclui a inclinação à tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e deste modo a pessoa torna-se partícipe de uma conduta antibíblica (Gl 5.19; Ef 4.19; 1Pe 2.2,18).
(c) Enganar, i.e., aproveitar-se de uma pessoa, ou explorá-la (gr. pleonekteo, e.g., 1Ts 4.6), significa privá-la da pureza moral que Deus pretendeu para essa pessoa, para a satisfação de desejos egoístas. Despertar noutra pessoa estímulos sexuais que não possam ser correta e legitimamente satisfeitos, significa explorá-la ou aproveitar-se dela (1Ts 4.6; Ef 4.19). (d) A lascívia ou cobiça carnal (gr. epithumia) é um desejo carnal imoral que a pessoa daria vazão se tivesse oportunidade (Ef 4.22; 1Pe 4.3; 2Pe 2.18; ver Mt 5.28 nota).


http://tpd2000.vilabol.uol.com.br/etica1.htm
http://www.armazemnadia.com.br/henrique/deusesgregoseromanos1.htm
http://www.adcandel.com.br/
www.cgadb.com.br
http://www.renovado.hpg.ig.com.br/etica.htm
http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/lj742000.html
http://www.uol.com.br/bibliaworld/igreja/estudos/ariov002.htm
http://www6.matrix.com.br/n/noproblem/qg/trabalhos/diversos/filosofia/etica_profissional.doc ***
Bíblia de Estudos Pentecostal - CPAD - CD